sábado, 2 de dezembro de 2017

FEITIÇO DO VENTO


Quando você desconfiar que as coisas não estão indo bem por um motivo invejoso, ou percebendo que alguém te enviou algo que esta te atrapalhando, use os poderes de Paralda, rei dos Silfos do elemento Ar.
Serve também para maldições jogadas oralmente, aquelas tradicionais pragas, sabe?
Um dia com muito vento, pegue um pouco de açúcar , sal e farinha de trigo, misture bem em uma vasilha, coloque tudo na palma da mão.
Vá a uma varanda alta, sacada de um apartamento, ou mesmo em uma ponte, abra devagar sua mão e enquanto o vento leva, repita:
“VENTO QUE SOPRA NOS CAMPOS ,
VENTO QUE CARREGA AS SEMENTES,
LEVA A MALDIÇÃO A MIM ENVIADA,
E QUE A ALEGRIA NA MINHA VIDA TU VENTES.
ASSIM SEJA E ASSIM SE FAÇA.”
Peça mentalmente que Paralda leve para longe todos os males que estão em você.

Ernest Hemingway

Ernest Miller Hemingway (Oak Park, 21 de julho de 1899 - Ketchum, 2 de julho de 1961)  foi um escritor norte-americano. Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Esta experiência inspirou uma de suas maiores obras, Por Quem os Sinos Dobram.
 
A vida e a obra de Hemingway têm intensa relação com a Espanha, país onde viveu por quatro anos. Uma breve mas marcante passagem para o escritor americano, que estabeleceu uma relação emotiva e ideológica com os espanhóis. Em Pamplona, em meados do século XX, fascinou-se pela tauromaquia, chegando a tourear como amador, experiência que abordaria no seu livro O Sol Também Se Levanta (1926).

Romances:

  • 1925 - The Torrents of Spring
  • 1926 - The Sun Also Rises (br: O Sol Também Se Levanta)
  • 1929 - Adeus às Armas
  • 1937 - Ter e Não Ter
  • 1940 - Por Quem os Sinos Dobram
  • 1950 - Across the River and Into the Trees (Do Outro Lado do Rio e Entre as Árvores)
  • 1952 - O Velho e o Mar
  • 1962 - Aventuras de um Homem Jovem
  • 1970 - As Ilhas da Corrente
  • 1986 - br: O Jardim do Éden

sábado, 18 de novembro de 2017

Novas Dicas


Dicas de presentes
 A procura pelo presente ideal talvez seja a parte mais estressante no Natal.
 1. Procure negociar com as crianças para que elas deem um brinquedo velho em troca de um novo.
 2. A partir dos 15 e 16 anos, não há problema em dar dinheiro. Mas, se for o sobrinho ou afilhado, consulte antes os pais dele. Quem faz aniversário nessa época deve ganhar dois presentes.
 3. Família, amigos & cia: Uma garrafa de bebida pode parecer presente comprado de última hora ou pego em casa. Só escolha se o presenteado for um grande apreciador da bebida.
    4. Vale-livro é impessoal, mas pode ser uma saída se você não conhece bem o presenteado.
         5. Capriche na embalagem. Um lindo pacote cria entusiasmo e suspense, além de valorizar qualquer lembrança. 
         6. Contorne situações constrangedoras. Uma boa dica é evitar presentes que dependam de tamanho, como roupas e sapatos. Ganhou o mesmo livro pela terceira vez? Faça uma cara de contente, agradeça e troque-o. 
        7. Um subordinado não deve dar presente para o chefe. A pessoa pode se sentir na obrigação de retribuir e provocar ciúme nos outros empregados. Mas toda regra tem uma exceção - e, neste caso, é da secretária, cujo cargo pode implicar relações mais próximas com o chefe e sua família. Mas vale a regra do presente simples e barato, de preferência que possa ser usufruído por toda a família dele. 
        8. Ao presentear os colegas, evite dar lingeries, meias, pijamas e perfumes. Uma joia pode ser mal interpretada. E não entregue o presente no escritório, para não causar constrangimento a quem não recebeu nada.
Folha de S. Paulo

terça-feira, 14 de novembro de 2017

VINHO QUENTE


5 xíc (chá) vinho tinto seco, 1 xíc (chá) água, 1 canela pau
10 cravos-da-índia, raspas de casca de 1 laranja
1 maçã, s/ casca, em cubos, 1 col (sopa) açúcar
Ferver o vinho, água, canela, cravos, raspas da casca de laranja e maçã. Após a fervura, cozinha em fogo alto por uns 10 min. Retirar e pôr açúcar. Mexer.

Magia para se livrar de algo


Sempre temos umas coisinhas atrapalhando o desenrolar de algo que queremos muito, ou simplesmente incomodando.
Esta magia serve para se ver livre de pessoas, objetos ou até mesmo situações.
Você vai precisar de um papel sem pauta virgem, um lápis, uma vela (acesa), uma pinça e muita vontade de ser ver livre de alguma coisa.
Não tem dia certo nem horário, basta sua força de vontade.
No papel escreva bem nítido o que você quer que desapareça da sua vida.
Dobre em dois, e com o auxilio de uma pinça, segure bem na pontinha e queime, deixando virar cinzas em um pires, panela, seu caldeirão, enfim, onde der para você retirar e colocar na palma de sua mão.
Enquanto queima mentalize seu desejo realizado!
Feito?
Agora, com as cinzas na mão, vá até um local onde bata muito vento, pense em Paralda (Rei dos Silfos) e peça sua presença.
Aos poucos, esfregue as cinzas de sua mão deixando sair aos poucos ao vento e diga:
“Vento que passas,
Leva contigo este pedido,
Que em pó transformei,
Não quero (……….) mais.
Leva e me livre disto,
Pois hoje vou dormir,
E amanhã (……….),
Será somente lembranças.
Silfos amados,
Levem com sua força,
E deixem no deserto,
Agora é tudo que peço!
Que assim seja!
Assim será!”
Quando estiver satisfeito(a), agradeça a presença de Paralda, e aguarde o resultado certeiro!

domingo, 5 de novembro de 2017

5 de novembro: Dia Nacional da Cultura

Celebrado anualmente no dia 5 de novembro, o Dia Nacional da Cultura, estabelecido por lei em 1970, marca o aniversário de nascimento do jurista, político, escritor e diplomata Rui Barbosa (1849-1923).
 E não só por ser o Dia Nacional da Cultura, mas também o da língua portuguesa e o do cinema brasileiro, duas áreas consideradas estratégicas pelo Ministério da Cultura (MinC).
 Além da Cultura, comemora-se, todo 5 de novembro, o Dia Nacional da Língua Portuguesa. É o sexto idioma mais falado no mundo, presente em nove países como língua oficial e em quatro continentes. A expectativa é que, em 2050, 337 milhões de pessoas falem o idioma.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Dia Mundial...



“Os animais que você come não são aqueles que devoram outros, você não come as bestas carnívoras, você as toma como padrão. Você só sente fome pelas criaturas doces e gentis que não ferem ninguém, que o seguem, o servem, e que são devoradas por você como recompensa de seus serviços.” - Jean-Jacques Rousseau (em "Emile")