Este título, Maria já recebeu nas Sagradas Escrituras. Nelas o lírio, por sua beleza pura e sublime perfume, é usado com frequência para designar as virtudes: a dignidade real; a beleza da sabedoria e a união esponsal. É muito fácil compreender porque a Virgem Maria sempre foi comparada à esta flor. O lírio é o símbolo da pureza e da beleza perfeita, em toda a natureza. E a Imaculada Conceição de Maria lhe conferiu a eterna pureza do corpo, a beleza perfeita da alma e o espírito pleno de sabedoria.
Por isto, Maria é o lírio de Deus, a única criatura plena de todas as graças.
Maria foi cantada em verso e prosa como um campo de lírios, e também, representada segurando um lírio na mão ou ladeada por estas flores. Mas a expressão latina: "lilium inter spinas", ou seja: "lírio entre espinhos", citada na Ladainha de Nossa Senhora de Loreto escrita em 1578, sem dúvida alguma é aquela que melhor descreve a Mãe de Deus.
Esta comemoração se refere à primeira igreja dedicada à Nossa Senhora do Lírio. Situada na abadia cisterciense fundada em 1244, pelo rei Santo Luís IX e a rainha Branca de Castela, sua virtuosa mãe, que cedeu um castelo de sua propriedade em Melun, França. Antes de falecer, em 1252, a rainha-mãe expressou o desejo de ser sepultada na igreja desta abadia.
As incontáveis graças e milagres alcançados por intercessão de Maria são uma constante na cristandade desde os primeiros séculos. Muitos destes episódios prodigiosos foram testemunhados e acabaram entrando para as tradições populares cristãs. Estas, por sua vez, determinaram o surgimento das igrejas santuários, meta de peregrinação e romaria dos devotos do mundo todo.
“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
sábado, 3 de fevereiro de 2018
As diferenças entre religião e espiritualidade:
A
religião não é só uma, mas centenas. A espiritualidade é uma.
A religião é para os adormecidos. A espiritualidade é para os despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados. A espiritualidade é para os que ouvem a sua voz interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. A espiritualidade convida a raciocinar tudo, a questionar tudo.
A religião impõe, ameaça e amedronta. A espiritualidade dá paz interior.
A religião fala de pecado e de culpa. A espiritualidade faz aprender com o erro.
A religião reprime e torna falso. A espiritualidade descobre.
A religião não pergunta nem questiona. A espiritualidade questiona tudo, pois sabe que tudo muda.
A religião é humana, é uma organização com regras. A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisão. A espiritualidade é causa de união.
A religião lhe busca para que creia. A espiritualidade tem que ser buscada por você.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado. A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo. A espiritualidade se alimenta da confiança.
A religião faz viver no pensamento. A espiritualidade faz viver na consciência.
A religião se ocupa do fazer. A espiritualidade se ocupa do Ser.
A religião alimenta o ego, pois uma se diz melhor que a outra. A espiritualidade faz transcender o ego. A religião faz renunciar ao mundo. A espiritualidade faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração. A espiritualidade é meditação.
A religião sonha com a glória e o paraíso. A espiritualidade faz vivê-lo aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro. A espiritualidade vive no presente.
A religião é prisão na memória. A espiritualidade é liberdade na consciência.
A religião crê na vida eterna. A espiritualidade faz consciente dela.
A religião dá promessas para depois da morte. A espiritualidade é encontrar
Deus em seu interior.
A religião é para os adormecidos. A espiritualidade é para os despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados. A espiritualidade é para os que ouvem a sua voz interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. A espiritualidade convida a raciocinar tudo, a questionar tudo.
A religião impõe, ameaça e amedronta. A espiritualidade dá paz interior.
A religião fala de pecado e de culpa. A espiritualidade faz aprender com o erro.
A religião reprime e torna falso. A espiritualidade descobre.
A religião não pergunta nem questiona. A espiritualidade questiona tudo, pois sabe que tudo muda.
A religião é humana, é uma organização com regras. A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisão. A espiritualidade é causa de união.
A religião lhe busca para que creia. A espiritualidade tem que ser buscada por você.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado. A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo. A espiritualidade se alimenta da confiança.
A religião faz viver no pensamento. A espiritualidade faz viver na consciência.
A religião se ocupa do fazer. A espiritualidade se ocupa do Ser.
A religião alimenta o ego, pois uma se diz melhor que a outra. A espiritualidade faz transcender o ego. A religião faz renunciar ao mundo. A espiritualidade faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração. A espiritualidade é meditação.
A religião sonha com a glória e o paraíso. A espiritualidade faz vivê-lo aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro. A espiritualidade vive no presente.
A religião é prisão na memória. A espiritualidade é liberdade na consciência.
A religião crê na vida eterna. A espiritualidade faz consciente dela.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
FEVEREIRO
Na
sombra da sua mão me escondeu; fez-me como uma flecha polida, e me guardou na
sua aljava. (Is 49.2.)
"Na
sombra." Todos nós precisamos estar ali de vez em quando. A claridade do
dia brilha demais; nossos olhos ficam irritados
e incapazes de discernir as delicadas nuanças de cor ou aprecias os tons
neutros: o ensombreado do quarto de enfermidade; a ensombreada casa de pranto;
o ensombreado viver de onde fugiu o sol.
Mas
não temamos! É a sombra da mão de Deus. Ele está guiando a nossa vida. Há
lições que só podem ser aprendidas ali. A fotografia do Seu rosto só pode fixar-se na câmara escura.
Não pensemos que Ele nos deixou de lado. Ainda estamos na Sua aljava. Ele não
nos lançou fora como algo sem valor. Está apenas guardando-nos bem perto, até
chegar o momento de enviar-nos a executar algum trabalho em que o Seu nome será
glorificado.
Você,
leitor, que está na sombra e solitário, considere como a aljava está atada ao
guerreiro, ao alcance fácil de sua mão e guardada com todo o cuidado. — Christ
in Isaiah, de Meyer.
Há
ocasiões em que a sombra fornece muito mais condições de crescimento. O milho
cresce mais rapidamente na sombra das noites de verão. O Sol do meio-dia
enrola-lhe as folhas; mas depressa elas se desenrolam se uma nuvem cobre o céu.
A sombra faz um trabalho que a claridade não faz. A beleza das estrelas só é
vista quando a noite chega. Há plantas que só florescem na sombra; e há muitos
campos verdes em terras de neblina, de nuvens e de sombra
(Mananciais no Deserto)
Lammas - 2 de fevereiro no hemisfério Sul & 1º de agosto no hemisfério Norte
Lammas, ou Lughnashad, o festival céltico em homenagem ao Deus Sol, ocorre em 1º de agosto no hemisfério Norte e 2 de fevereiro no hemisfério Sul.
Essa é a celebração das primeiras frutas da colheita.
O Deus Sol agora se transforma no Deus das Sombras, doando sua energia às sementes para que a vida seja sustentada, enquanto a Mãe se prepara para assumir seu aspecto de Anciã.Durante esse tempo você poderá honrar a Deusa como a Senhora da Abundância e o Deus como o Sol que caminha para a morte.
Você poderá celebrá-los deixando libações de pão e cidra em Sua homenagem.
Essa é a celebração das primeiras frutas da colheita.
O Deus Sol agora se transforma no Deus das Sombras, doando sua energia às sementes para que a vida seja sustentada, enquanto a Mãe se prepara para assumir seu aspecto de Anciã.Durante esse tempo você poderá honrar a Deusa como a Senhora da Abundância e o Deus como o Sol que caminha para a morte.
Você poderá celebrá-los deixando libações de pão e cidra em Sua homenagem.
O trabalho do Verão e da Primavera está finalmente terminado nessa primeira colheita.
Agora é o tempo de ensinar o que você aprendeu, com os frutos colhidos. Ramos de trigo assim como bonecas de milhos são símbolos tradicionais desse Sabbat.
O pão é colocado sobre o Altar de decorado com frutas e vegetais da colheita.
Isso representa o início do ciclo da colheita. No Paganismo Ocidental, esse é um festival dos grãos e por isso é chamados muitas vezes de “o Sabbat das primeiras frutas”.
Oferendas de pão são servidas ao Povo das Fadas e deixadas para os animais.
Lammas honra o Deus céltico Lugh, que é o Deus das colheitas, do Fogo, da luz e do Sol. Ele foi o Rei dos Tuatha de Danan e consorte de Dana, a primeira Grande Mãe da Irlanda. Dana, como a rainha de Lugh e a Deusa Mãe, é também honrada nesse Sabbat.
A Morte sacrificial e o renascimento de Lugh, assim como a colheita dos grãos, estão sempre conectados a Lammas, simbolizando que sempre o Deus morrerá para renascer novamente através da benevolência da Deusa.
Outros aspectos desse Sabbat contêm a representação do crescimento do nascimento, da honra e do agradecimento à Deusa, pelo seu ventre que cultivou as sementes, e a Lugh, em seu aspecto de Deus Sol, pelas bênçãos e fertilização do ventre da Deusa com seu calor e luz.
Lammas é um dos festivais célticos do Fogo.
Na Irlanda corridas e jogos eram feitos em nome de Lugh e sua mãe criadora Talitu.
Lammas, que significa “massa”, é um nome mais recente para se referir a Lughnashad e começou a ser utilizado na Idade Média.
Esse é o dia em que os pães, feitos dos primeiros grãos das colheitas, são servidos e oferecidos aos Deuses antigos.
Lammas é o tempo de honrar os aspectos de fertilidade e união da Deusa com o Deus, para gerar a fertilidade.
Lammas é um dos quatro grandes Sabbats. Ocorre a ¼ de ano da chegada de Beltane. É um tempo tradicional para os trabalhos da Arte.
Para os magos naturais, o sentido da visão da luz que está trazendo a frutificação das sementes da Primavera é o mistério de Lammas.
Mas esse Sabbat também é um momento de espera, quando as sementes são colhidas na esperança doe novas vidas que virão.
Um dos costumes modernos dos pagãos é construir nesse dias, como parte da comemoração de Lammas, bonecas de milho, ou pequenas figuras feitas com pão.
As bonecas são colocadas no Altar para representar a Deusa Mãe que preside sobre a colheita.
Uma nova boneca é feita nesse Sabbat e a antiga é previamente queimada para trazer boa sorte.
Lughnashad (que significa literalmente “festa ou festival de Lugh”) era a festa céltica que comemorava os jogos funerais de Lugh. Porém, não a morte de Lugh, mas os jogos que Ele instituicionalizou para honrar a morte de sua mãe adotiva, Talitu.
Por isso Lughnashad da Irlanda é chamada de “Talitu Games”.
Uma característica comum dos jogos eram os casamentos de Talitu, os casamentos informais que eram firmados por um ano e um dia ou até o próximo Lammas.
Durante esse período, o casal decidiria se queria ficar junto ou romper com o casamento para que cada um seguisse o seu próprio caminho.
Esses casamentos foram comuns até os anos de 1500 e as cerimônias eram geralmente solenizadas por um poeta, um bardo ou um Sacerdote ou Sacerdotisa da Antiga Religião.
Para muitos do Ocidente, o início de Agosto, no hemisfério Norte, prenuncia a expectativa da colheita do trigo.
Uma das lendas conta que em Lammas o Rei de Tara fez uma festa contendo um produto de cada provincia de seu reino.
Ele não só mostrou como e quanto o seu reino era próspero, como o seu agradecimento pela colheita.
Por isso esse é o festival que dá graças por toda bondade que recebemos da Terra.
Como parte desse processo de agradecimento, a primeira colheita de grãos maduros é colocada dentro da massa do pão que é partilhado com todos os membros da comunidade que festejam o Sabbat.
As massas são moldadas na forma de Sol, simbolizando o Deus da colheita, ou simplesmente em formato redondo representando a Deusa e a Roda do Ano, ou em forma circular com um trigo no topo dele.
Pães recém-assados são parte importante da celebração de Lammas.
O pão é elemental por si: Terra, Ar, Fogo e Água são combinados em uma substância que sustentou milhares de pessoas durante séculos.
O pão combina as sementes da terra (farinha), com a água, a substância que deu origem a todas as coisas. O sal é o grande agente purificador. A levedura, o sagrado transformador dos Deuses, o segredo. Quando o sovamos, estamos trabalhando com a energia do ar, pois é assim que o pão ganha forma. Finalmente, quando ele vai ao forno, entra em contato com o elemento Fogo. Dessa forma todos os elementos estão presentes no pão.
Em Lammas o Sol está começando a declinar no céu, mas o grande calor do dia não evidencia a diminuição da luz.
É momento de celebrar a generosidade da colheita com poderosos ritos de gratidão.
O Deus lentamente debilitado se sacrifica para alimentar seu povo.
Simbolizando o milho colhido, o Deus assume o papel de salvador para preservar a vida na Terra.
Este é o primeiro Sabbat da parte escura do ano.
Lammas, como um festival de fogo e de colheita, assume muitos temas sacrificiais.
Nossos antepassados sabiam que, para receber algo, deveríamos dar primeiro.
Nossos antepassados sabiam que, para receber algo, deveríamos dar primeiro.
Nossos antepassados sacrificavam o melhor da primeira colheita para assegurar que as colheitas subsequentes fossem abundantes e cada vez maiores.
Essa cerimônia sacrificial se tornou o ponto central nos rituais de Lammas.
Antigamente, nesses rituais, havia uma efígie do Deus Milho feita com vime e outros materiais.
O homem de vime era preenchido com todos os “sacrifícios” da aldeia: frutas, grãos, riquezas, vinho e outras oferendas eram colocados dentro dele. Uma fogueira enorme era construída e consagrada.
Durante a cerimônia de Lammas, o homem de vime era lançado sobre o Fogo e sacrificado, levando assim os desejos das pessoas até o mundo dos Deuses.
Durante a cerimônia de Lammas, o homem de vime era lançado sobre o Fogo e sacrificado, levando assim os desejos das pessoas até o mundo dos Deuses.
Esse Poderoso ritual usa o simbolismo do Fogo como o elemento mais etéreo e primitivo na Natureza.
Enfatiza a relação do Fogo com os Deuses da vida e a centelha da criação.
Enfatiza a relação do Fogo com os Deuses da vida e a centelha da criação.
Por incrível que pareça, ainda executamos isso durante o rito de Lammas, o homem de vime hoje é feito de grãos, ou milho, que é queimado no Caldeirão.
Nenhum oferecimento de qualquer fonte animal é usado.
Oferendas típicas incluem grãos, flores, frutas, incensos, ervas, pedras, perfumes, desejos escritos no papel.
Esse ritual incluí um banquete fantástico com muitos pães frescos e frutas.
Lammas é o tempo de dar gratidão pelo que você começou a receber e sacrificar o que você puder para receber mais.
Correspondências de Lammas
Cores: marrom, laranja, vermelho, amarelo.
Nomes alternativos: Lughnashad, Elembrios, Harvest Tide, Teltain, Lughnasa, Lunasa ou Laa Luanys e Véspera de Agosto (pois no hemisfério Norte esse Sabbat ocorre no início de agosto).
Deuses: das colheitas e dos grãos.
Ervas: peônia, flor de trevo, heliotrópio, verbena, murta, rosa, girassol, musgo irlandês, trigo, salga, centeio, aveia, cevada, arroz, alho, cebola, manjericão, menta, babosa, acácia, folha de maçã, folha de framboesa, folha de morango, folha de uva, azevinho, confrei, calêndula, vinheiro, hera, avelã, espinheiro-preto, sabugueiro.
Pedras: olho-de-gato, citrino, aventurina, topázio dourado, obsidiana, ágata, musgosa, rodocrosita, quartzo claro, mármore, ardósia, granito, seixos de rio.
Pesquisa realizada pela internet. Infelizmente não me recordo da autoria, mas agradeço e abençôo que nos gratificou com esse belo material.
Feliz Lammas a todos e que o Deus-Pai e a Deusa estejam com todos.
ORAÇÃO SAGRADA DA BRUXA Sou filha do Vento, do Mar, das Estrelas, da Lua… Sou filha da Natureza, amante do Sol… Levando a Luz no âmago de minha alma… Sou filha da Deusa… Levando todas as suas faces em mim… Sou mística… Sou mulher… Sou bruxa… Eu faço a vida se tornar mágica… Sou filha da Terra, da Água, do Fogo, do Ar… Sinto a energia da Vida fazendo parte da minha essência… E assim… Sou eu… Somos nós… É a Magia no todo!”
Homenagem em seu dia, "Oração a nossa Senhora dos Navegantes."
Ó Nossa Senhora dos Navegantes, Mãe de Deus criador do céu, da terra, dos rios, lagos e mares; protegei-me em todas as minhas viagens. Que ventos, tempestades, borrascas, raios e ressacas, não perturbem a minha embarcação e que monstro nenhum, nem incidentes imprevistos causem alteração e atraso à minha viagem, nem me desviem da rota traçada. Virgem Maria, Senhora dos Navegantes, minha vida é a travessia de um mar furioso. As tentações, os fracassos e as desilusões são ondas impetuosas que ameaçam afundar minha frágil embarcação no abismo do desânimo e do desespero. Nossa Senhora dos Navegantes, nas horas de perigo eu penso em vós e o medo desaparece; o ânimo e a disposição de lutar e de vencer tornam a me fortalecer. Com a vossa proteção e a bênção de vosso Filho, a embarcação da minha vida há de ancorar segura e tranquila no porto da eternidade.
Nossa Senhora dos Navegantes, rogai por nós.
Nossa Senhora dos Navegantes, rogai por nós.
Em Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul, a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes vai até o Porto de Pelotas. Antes do encerramento da festividade católica acontece um dos momentos mais marcantes da festa de Nossa Senhora dos Navegantes em Pelotas, que em 2009 chegou à 87ª edição.
Dia de Iemanjá
O Dia de Iemanjá é comemorado em 2 de Fevereiro. Iemanjá, também conhecida como "Rainha do Mar" é um orixá africano, e faz parte da religião do candomblé e de outras religiões afro-brasileiras. O Dia de Iemanjá é a maior festa de Iemanjá, onde milhares de pessoas se vestem de branco e vão à praia depositar oferendas, como espelhos, joias, comidas, perfumes e outras objetos.
História de Iemanjá
Iemanjá é também conhecida por Yemanjá, Iyemanjá, Yemaya, Yemoja ou Iemoja. O nome Iemanjá é derivado da expressão Iorubá, que quer dizer "mãe cujos filhos são peixes". Iemanjá era a orixá de uma nação iorubá, os Egba, que viviam inicialmente em um local no sudoeste da Nigéria, entre Ifé e Ibadan, onde há um rio chamado Yemanjá. No século XIX, por causa das guerras entre povos iorubás, os Egba foram obrigados a se afastar do rio Iemanjá e passaram a viver em Abeokuta. No entanto, continuaram cultuando a divindade, que segundo a tradição, passou a viver em um novo rio, o Ògùn.
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