“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")
domingo, 17 de julho de 2011
Depois de algum tempo, a gente começa a aceitar nossas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante com a graça de um adulto,
e não com a tristeza de uma criança.
Nenhum comentário:
Postar um comentário