domingo, 21 de junho de 2015

21 a 23 de Junho (Solstício)



    A Roda do Ano (orientação Sul) gira mais um pouco... dia 21 de junho é a maior noite do ano e marca o Renascimento simbólico do Deus Solar, que havia morrido em Samhaim.

     Deusa Invernal grávida do Deus Solar-menino.
    Yule significa "Roda" em Noruguês, é o festival do Solstício de Inverno, que no Hemisfério Norte é comemorado por volta de 21 de dezembro. 

    Esse é um dos festivais mais universalmente celebrados, e nos países nórdicos, o mais importante, pois comemora o nascimento do deus-Sol menino do útero da Noite.  
Yule também é conhecido como o Festival das Luzes, por todas as velas acesas nessa noite. 
Yule foi o primeiro festival pagão a ser cristianizado, em 354 d.C., quando o nascimento de Jesus (originalmente no final de setembro) foi oficialmente transferido para o Solstício de inverno e denominado Natal.

 Os muitos costumes associados a Yule (velas, árvores decoradas, bolo de Natal, guirlandas, decorações com pinhas, troca de presentes, brindes e canções, máscaras, visco, "enfeitar o salão com maços de azevinho", etc.) são todos pagãos e oferece uma rica coleção de material para nossas celebrações contemporâneas. 
   Não há registro de cristãos que decorassem a casa com sempre-vivas, azevinho, hera e árvores de "Natal" antes de 1605. Para os antigos, isso simbolizava a eterna vida da Natureza, já que essas plantas eram as únicas que permaneciam verdes durante o inverno. 


      Esses costumes pagãos foram proibidos aos cristãos, mas, em 1644, eles haviam se difundido tanto que foram proscritos na Inglaterra por um ato do Parlamento.
Também conhecido como Natal, Ritual de Inverno, Meio do Inverno, Yule e Alban Arthan, o Sabbat do Solstício do Inverno é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. é o festival do renascimento do sol e o tempo de glorificar o Deus.

     Nesse Sabbat os Bruxos dão adeus à Grande Mãe e bendizem o Deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno correspondia à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade pagãos e a vários ritos de adoração ao sol.
    Os costumes modernos que estão associados ao dia cristão do Natal, como a decoração da árvore, o ato de pendurar o visco e o azevinho, queimar a acha de Natal, são belos costumes pagãos que datam da era pré-cristã. (O Natal, que acontece alguns dias após o Solstício de Inverno e que celebra o nascimento espiritual de Jesus Cristo, é realmente a versão cristianizada da antiga festa pagã da época do Natal.)
    A queima da acha de Natal originou-se do antigo costume da fogueira de Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. 

   Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de uma acha e por longas velas vermelhas gravadas com esculturas de motivos solares e outros símbolos mágicos.
 Como o carvalho era considerado a árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a acha de Natal é tradicionalmente de carvalho. 
   Pendurar visco sobre a porta é uma das tradições favoritas do Natal, repleta de simbolismo pagão, e outro exemplo de como o Cristianismo moderno adaptou vários dos costumes antigos da Religião Antiga dos pagãos.
  O visco era considerado extremamente mágico pelos druidas, que o chamavam de "árvore Dourada". 
Eles acreditavam que ela possuía grandes poderes curadores e concedia aos mortais o acesso ao Submundo.
   A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal. Nos tempos antigos, as orgias de êxtase sexual acompanhavam freqüentemente os ritos do deus-carvalho; hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito.

    A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é costume que se desenvolveu dos bosques de pinheiro associados à Grande Deusa Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na árvore Cósmica da Vida. 
   Representam também as almas que já partiram e que são lembradas no final do ano. 
   Os presentes sagrados (que evoluíram para os atuais presentes de Natal) eram também pendurados na árvore como oferendas a várias deidades, como Attis e Dionísio.
   Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Inverno são o peru assado, nozes, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, gemada e vinho quente com especiarias.

Incensos: louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: olho-de-gato e rubi.
Ervas ritualísticas tradicionais: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Sentir...


Dia da deusa Aine de Knockaine
Na Irlanda,é comemorada com danças e fogueiras.
Irmã gêmea de Grian, a rainha dos elfos, ela era considerada um aspecto da Deusa Mãe dos celtas Ana, Anu, Danu ou Don.
Os fazendeiros passavam tochas acesas sobre os campos e ao redor do gado para afastar as doenças e as pragas, invocando a proteção de Aine a deusa das fadas.
Originariamente, Aineera uma deusa solar, apresentando-se como uma égua ruiva que corria velozmente sobre os campos, morando em Cnoc Aine, na Irlanda.
 Agradeça as energias benéficas das Fadas na manutenção da vegetação e peça-lhes que protejam sua propriedade, suas plantas e seu animais. Comunique-se mentalmente com elas, procurando perceber sua manifestação. Leve, depois, sua oferenda de flores e vinho para algum bosque ou parque (nada de deixar copinhos ou sujeira lá), amarre uma fita verde na árvore que você sentir sintonia.
 Segundo a tradição celta, esta Deusa Fada  ajudava os viajantes perdidos nos bosques irlandeses.
Diziam que para chamá-la bastava bater três vezes no tronco de uma árvore com flores brancas. Sempre que se sentir “perdido”, faça o mesmo, chame por Aine de Knockaine batendo três vezes no tronco de uma árvore com flores brancas. Com certeza ela vai ajudar. E você encontrará seu caminho.
 Hoje é dia de levantar sua espada interior e lutar por aquilo que quer. Feche os olhos e imagine-se diante de sua espada, encravada em uma pedra. Peça a presença de sua Mãe Interior para que a ajude a retirá-la da pedra (que são os seus medos).
Faça isso, abra os olhos e acredite. É hora de fazer aquilo que há muito queria, sua espada interior é invencível.

sábado, 13 de junho de 2015

ainda dá tempo...




Mês da união entre os opostos, de equilíbrio e amor. Este mês recebe seu nome da Deusa Juno, a Grande Mãe da mitologia romana, representada por Hera na mitologia grega.

hoje também é dia de Exu


SANTO ANTÔNIO




Quem foi este homem? Antônio, também chamado Fernando, nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, em uma família rica. Ainda moço, em 1231 faleceu em Pádua na Itália. Aos 15 anos entrou para o Convento de Santa Cruz de Coimbra. Foi admitido na ordem dos irmãos menores de São Francisco, onde ordenou-se sacerdote. Logo depois partiu para missões contra os infiéis, no Marrocos. Lecionou teologia nas universidades italianas de Bolonha e Pádua e nas universidades francesas de Toulouse, Mont-Pellier e Puen-en-Velay, adquirindo reputação de orador sacro. Descoberto o seu dom de orador, passou a pregar a palavra de Deus. Ficaram célebres os sermões pregados em Forli, Provença, Languedoc e Paris. Dentro da Ordem Franciscana, liderou um grupo que se insurgiu contra os abrandamentos introduzidos na regra pelo superior. Entre seus escritos, figura uma coleção de sermões para domingos e dias santificados a igreja Romana.