sábado, 14 de abril de 2018

Horóscopo das árvores


Ao observar que as raízes da árvore desapareciam por dentro do solo enquanto seus galhos se elevavam ao céu, os druidas passaram a considerá-la como um perfeito símbolo da relação entre o céu e a terra. Há simbolismo também nas próprias características das árvores: as folhas caducas e as folhas perenes simbolizariam os opostos: as árvores de folhas caducas representam os ciclos das mortes e renascimentos; enquanto as de folhas perenes representam a imortalidade da alma- assim, são duas manifestações diferentes de uma mesma identidade.

 MANACÁ - 11 a 20 de abril e 14 a 23 de outubro
As pessoas de manacá têm apurado senso de justiça e revoltam-se diante de arbitrariedades. Por isso, podem enfrentar problemas e sofrer decepções antes de vencer. São fortes, esportivas e saudáveis. Sentimentalmente, preferem as relações mais seguras e sem conflitos. Magoam-se com facilidade e não gostam de ser contrariadas.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Dia 11 de Abril Dia do Casamento Abençoado

       Comemorem juntos, não deixem essa data passar em branco e assim sejam felizes para sempre. Que Deus abençoe o casamento de cada um de vocês, e também o meu que está completando 22 anos.

"Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe."

- Mateus 19:06

O que vos digo às escuras, dizei-o às claras. (Mt 10.27.) - Mananciais no Deserto



        O Senhor está sempre trazendo-nos a um canto escuro a fim de nos fazer revelações. O escuro do lar ensombreado, onde o luto cerrou as cortinas; o escuro da vida solitária e desolada, onde alguma enfermidade encobre de nós a luz e nos arrefece o ânimo de viver; o escuro de algum desapontamento ou tristeza esmagadora.
        Então Ele nos conta os Seus segredos, grandes e estupendos, eternos e infinitos; os olhos que estavam ofuscados pelo brilho da terra, Ele leva a contemplar as constelações celestes; e leva o ouvido a perceber os meios-tons suaves da Sua voz, muitas vezes sufocada pelo tumulto dos estridentes gritos da terra.
        Mas tais revelações sempre implicam em responsabilidade — "dizei-o às claras... pregai-o..."
       Não é para ficarmos sempre no escuro ou permanecermos no quarto fechado; há um momento em que somos conclamados a tomar o nosso lugar na marcha e no tumulto da vida; e, chegada a nossa hora, devemos dizer e proclamar o que aprendemos.
       Isto dá um novo significado ao sofrimento, pois, muitas vezes, o elemento mais triste do sofrimento é a sua aparente inutilidade. "Como sou inútil!" "O que estou fazendo para o bem da humanidade?" "Por que desperdiçar desta forma o precioso nardo da minha alma?"
       Assim se lamenta aquele que sofre. Mas Deus tem um propósito naquilo tudo. Ele chamou à parte aquele Seu filho, para ter comunhão com Ele numa esfera mais alta, a fim de que possa ouvir o seu Deus face a face e levar a mensagem para os seus semelhantes que estão ao pé do monte.
       Foram desperdiçados os quarenta dias que Moisés passou no Monte, ou foi desperdício o tempo que Elias passou em Horebe, ou o foram os anos que Paulo passou na Arábia?
       Na vida de fé não há atalho, e a fé é a condição vital para uma vida santa e vitoriosa. Nós precisamos de períodos de comunhão e meditação a sós com Deus. É indispensável que subamos ao monte da comunhão, que cheguemos ao vale de repouso tranquilo à sombra de uma grande rocha, e que tenhamos noites sob as estrelas — em que a escuridade esconde o mundo material, silencia o burburinho da vida humana e abre a visão para o que é infinito e eterno — sim, é tão indispensável quanto o é o alimento para os nossos corpos.
       Só assim pode a consciência da presença de Deus tornar-se um fato real para nós, capacitando-nos a dizer repetidamente com o salmista: "Tu estás perto, Senhor". — F. B. Meyer
"Alguns corações, como certas flores, abrem-se com maior beleza nas sombras da vida".

terça-feira, 10 de abril de 2018

1912: Titanic saiu de Southampton, na Inglaterra, com destino a Nova Iorque - viagem inaugural


No dia 10 de Abril de 1912, o Titanic saiu do porto inglês de Southampton, na Inglaterra, com destino a Nova Iorque, numa festiva viagem inaugural em que dispunha de 2240 pessoas a bordo, passageiros e tripulantes (embora a contagem rigorosa nunca tenha sido consensual). Entre aqueles contava-se muita gente famosa da época.

O que aconteceu daí a escassos dias seria dramático, pois estava completamente fora de toda e qualquer previsão, por mais pessimista.
Ainda hoje, mais de um século depois, o afundamento do Titanic parece uma trágica parábola dos tempos modernos.
É que custou mais de 1500 vidas, afogadas a partir de um navio que não se podia afundar…