domingo, 5 de agosto de 2018

Amarílis - linda!!

Conhecida como açucena, é sinônimo de “orgulho” na linguagem das flores, pois se trata de uma flor difícil de se cultivar, mas que, depois de aberta, ofusca as demais. Amarílis é o nome de uma pastora que aparece na obra do poeta Virgílio, e a palavra, de origem grega, quer dizer deslumbrante. Na Itália, a flor recebe o nome de belladona (bela senhora).

Esta é a Mais Bela Música do mundo! Incrível! Ouça

Seja diferente


        Antes de querer ou exigir que os outros mudem, mude a si mesmo, mude sua forma de pensar, de sentir, e tudo ao seu redor vai mudar como em um passe de mágica. Tudo ao seu redor vai se adequar coerentemente a essa nova pessoa: você!


Não para refletir, e sim para sentir



 (Autor desconhecido com adaptação de Paulo Vieira)
     ... Possuir os recursos financeiros coerentes com as tuas atitudes, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas internas. Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus colegas e amigos são as pessoas que atraíste com tua própria afinidade, habilidade e debilidades. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle. Deus te deu livre-arbítrio e tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Cuida das palavras que saem da tua boca, elas têm poder de vida e de morte. As tuas palavras têm poder de bênção e maldição. Teu corpo clama. Teus ombros pedem. Tua coluna ereta ou não é eloquente!
     Teus olhos gritam de felicidade ou tristeza; Sucesso ou fracasso. Teus pensamentos e vontades são a chance de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada e vivência. Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Estabelece a tua meta, reprograma tua mente. Decide o que ver, decide como ver. Busca o bem e viverás melhor. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo fim.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Mundo de plantas


Das plantas se obtém os princípios ativos empregados nos medicamentos. Deus nos deu uma completa farmácia natural.


 Umas alimentam, outras nos perfumam, outras nos purificam, nos acalmam, nos dão prazer, etc. Porém, algumas plantas transportam a mente humana a regiões de maravilhas espirituais, alterando a nossa consciência, levando-nos ao Mundo Profundo, reconectando-nos com os nossos ancestrais.
O uso de Plantas Sagradas vem fazendo parte da experiência humana há milênios. Não podem nunca serem confundidas com drogas que causam a dependência e colocam em risco a saúde de quem as usa. A Planta é criação de Deus, a droga é uma criação humana. Conhecidas atualmente como plantas enteógenas (entheos = Deus dentro).
As Plantas de Poder são ingeridas em rituais que obedecem a preceitos mágico-religiosos e proporcionam cura, autoconhecimento, expansão da consciência. É uma experiência místico-religiosa de beleza incomparável, aumentam a percepção, a acuidade visual e auditiva, e transportam o praticante para outras camadas vibracionais ou dimensões. A experiência é individual, algumas pessoas têm visões, outras canalizam mensagens, fazem regressões, recebem insights, recebem soluções para seus problemas com maior claridade, percebem as causas de suas doenças, recebem cura, se conectam a arquétipos, aos mitos, aos medos, traumas, símbolos que estão no inconsciente coletivo, visualizam entidades, viajam astralmente, etc.



Preparação e manipulação das ervas
As ervas após secas devem ser guardadas em recipientes de vidro ou de porcelana, separando-se as raízes, cascas e sementes das flores e folhas.
As quantidades de ervas devem ser sempre cuidadosamente respeitadas, para tanto observar a seguinte tabela de equivalências:
§                                 1 colher de café = 2 gramas
§                                 1 colher de sopa= 5 gramas
§                                 1 xícara de café= 50 ml
§                                 1 xícara de chá= 100 ml.
Chás devem ser preparados em geral em utensílios de barro, louça ou cobre. A regra geral para a proporção água-erva é para cada litro de água, acrescentar 4 col de sopa de erva fresca ou 2 col de sopa de erva seca.
Existem quatro formas de preparo de chá:
TISANA: Coloque a erva em água já fervendo, cozinhe por 5 minutos com panela tampada e deixe descansar por 10 minutos com panela tampada. Coe e use.
INFUSÃO: Ferva a água e despeje sobre a erva. Tampe e deixe em infusão por 10 minutos.Coe e use (para folhas e flores).
DECOCÇÃO: Nesse processo o que se quer extrair da erva é um princípio amargo ou sal mineral. A erva fica de molho em água fria algumas horas e depois é posta para ferver. Usar geralmente cerca de 30 gs de planta seca para 2 xícaras de chá de água. Cozinhe a erva por 15 a 30 minutos. Coe e sirva (usada para raízes, cascas e sementes).
MACERAÇÃO: Ponha a erva de molho em água fria, vinho, óleo ou vinagre, por 24 horas, coe e use sem levar ao fogo. Neste método as vitaminas e sais minerais são melhor preservados. A maceração de água não deve ser tomada 12 horas após seu preparo, pois existe proliferação de bactérias que podem ser prejudiciais.
Dosagem: A quantidade normalmente indicada é de 20 gramas de erva por litro de água ou uma colher de chá por xícara, mas esta dosagem pode variar dependendo da planta.
Posologia: pode-se tomar várias xícaras do chá por dia, de preferência longe das refeições, a não ser que o uso do chá seja exatamente para estimular funções digestivas.
Adoçantes: Os chás geralmente não precisam ser adoçados. Em alguns casos, porém, pode-se usar o mel quando se quiser aproveitar suas propriedades medicinais (gripes, tosses, etc), mas só devemos adoçar depois de coado, quando o chá já estiver morno, nunca antes, pois o calor destrói o poder medicinal do mel.
Prazo de validade: Nunca use um chá mais de 24 horas depois de preparado, pois ele entra em processo de fermentação (mesmo mantido na geladeira). Prepare a quantidade suficiente para um dia apenas.
tempo de uso: Recomenda-se não usar o mesmo chá por tempo prolongado, pois o nosso organismo responde cada vez menos ao tratamento. Use por um período de 30 dias e troque por outro tipo de chá, retomando o seu uso após algum tempo.
Utensílios: Evite usar utensílios de metal para fazer os chás; Embora não o notemos, eles podem causar alterações no efeito e sabor do chá. O ideal é usar recipientes de vidro, barro, louça ou esmalte.
Existem formas de aplicar as ervas externamente sobre partes do corpo que estão machucadas, inchadas ou doloridas. Podemos citar:
CATAPLASMA DE ERVAS FRESCAS: aplicadas amassadas diretamente sobre a parte afetada, sem preparação prévia.
CATAPLASMA DE ERVAS SECAS: Colocadas no interior de um saquinho e aplicadas frias ou quentes, de acordo com o caso. Estas cataplasmas são recomendadas para combater cãimbras, nevralgias, dores de ouvido, etc.
CATAPLASMA SOB FORMA DE PASTA: Ervas são socadas até formarem uma papa, que podem ser aplicadas diretamente, ou sob dois panos, no local. Quando não se tem erva fresca, usa-se a seca. Aí é preciso água fervendo nas ervas, para auxiliar formação de papa. Outra maneira de preparar o cataplasma é mergulhar a erva em vinagre de maçã e misturar com farinha integral para dar liga. Espalha-se a mistura quente e úmida em um tecido, que se coloca sobre o local afetado.Passe óleo na pele antes de aplicar cataplasma quente. Um pedaço de plástico sobre o cataplasma conserva o calor.
COMPRESSA: Cozinhar as ervas indicadas até se obter u m líquido bem forte ( 3 ou 4 vezes mais que o chá comum). A seguir mergulha-se pano no líquido, torcer levemente e aplicar sobre a parte afetada.
As ervas também podem servir para INALAÇÕES, para casos de distúrbios ou doenças do aparelho respiratório, sob forma de tisanas ou infusões bem fortes.
Outras formas de preparo de ervas:
UNGUENTOS: Pomada de ervas trituradas, em gordura vegetal, de coco ou amendoim. No momento de uso é só derreter em fogo brando. Outro preparo: Picar ervas frescas, colocar em panela de aço inoxidável ou esmaltada. Cobrir as ervas com água, levar ao fogo por 20 minutos em temperatura média. Coar e adicionar ao caldo uma quantidade igual de azeite de oliva. Volte ao fogo e ferva até a água evaporar e sobrar só o óleo. Tirar do fogo, e adicionar cera o suficiente para dar à mistura consistência de pomada. Acondicionar ainda quente em vasilhas de plástico com tampa que vede bem.
XAROPES: Infusão concentrada que se caracteriza como bebida concentrada padrão. Geralmente usa-se 250 gs de ervas para 360 ml de água fervente. Podem ser obtidos também por decocção ou maceração, e misturados com mel para se saturarem.
BANHOS: Chás fortes para serem misturados à água do banho.
TINTURA: Pôr 100 gs de erva em pó ou 225 gs de ervas frescas picadas num recipiente com tampa hermética. Acrescentar 5,5 decilitros de álcool a 60 graus. Agitá-lo duas vezes ao dia e deixar por 2 semanas. Coar e guardar num frasco escuro.(usado para flores e folhas mais frequentemente).
ÓLEOS ESSENCIAIS: São as essências concentradas das plantas obtidas à partir de processo de destilação.
PÓ : Cortar as partes grandes das plantas secas, como raízes, casca ou caules grossos, esmagá-las num almofariz ou reduzi-las a pó num moinho de café.
Cultivando Ervas
Temperos, perfumes, chás revigorantes e remédios calmantes são algumas das maneiras de empregar as ervas de cultivo doméstico - plantas em geral mais utilizadas pelos sabores, aromas ou propriedades medicinais. Se suas plantas estiverem dispostas de modo que você possa sentar-se perto delas, vai desfrutá-las com um prazer para todos os sentidos. O tamanho do jardim não é muito importante para o cultivo das ervas. Mas é grande o prazer de usar aquelas que foram cultivadas por você mesmo, em sua própria casa, com apenas algumas espécies reunidas numa bacia, jardineira, no peitoril da janela ou plantadas entre os canteiros de flores de seu jardim.
Cuidados Básicos
A principal necessidade da maioria das ervas é o sol, uma exposição direta, diária, de no mínimo cinco horas. Sem isso, elas crescem fracas e com pouco sabor. Se não puder oferecer-lhes a quantidade suficiente de luz solar, talvez seja melhor cultivar algumas ervas que toleram bem sombra parcial, como hortelã-pimenta, erva-cidreira, borragem e a salsa.
 A maioria das ervas também precisa de um solo bem drenado. Plante-as em terrenos inclinados ou posicione os canteiros em um plano mais alto, cercando-os com tijolos, pedras ou blocos de concreto, Tais canteiros conservam o jardim de ervas mais limpo e fácil de cuidar.
Para preparar o solo, cave bem fundo, no mínimo 30 cm. Se o solo for duro, ou tiver grande porcentagem de argila, coloque também várias pás de material orgânico, como adubo, húmus de folhas ou estrume curtido, além de um pouco de areia grossa para melhorar a drenagem. As ervas em geral preferem um solo neutro ou levemente alcalino. Depois de preparar o solo com esses materiais, verifique com um kit de teste, disponível em centros ou lojas de jardinagem, o equilíbrio ácido e alcalino. Se a acidez for superior a 7,5 na escala pH, aplique uma leve camada de cal.
Estocando Plantas para o Jardim de Ervas
A forma mais econômica de cultivar ervas é a partir de sementes, mas isso exige grande paciência e, em geral, produz mais mudas que se precisa. Ervas de crescimento lento, como orégano, tomilho, salsa, hortelã e cebolinho podem ser plantadas dentro de casa, num período de um mês e meio a dois, antes de serem colocadas do lado de fora, ou, nas regiões frias, antes da última geada. Outras espécies não devem ser cultivadas em interiores além do tempo de aproximadamente um mês.
Prepare as bandejas de sementes ou vasos com terra tratada, esterilizada e já misturadas com perlita. Plante as sementes, cubra-as com plástico e ponha-as num lugar aquecido com luz fraca. Devem ser conservadas úmidas até germinar. Se a terra secar, pulverize-a com um regador, ou coloque o recipiente em água morna até que a parte de cima apresente gotas de condensação. Assim que os brotos aparecerem, remova o plástico e ponha as mudas num local claro, mas não sob sol. Só as exponha a pleno sol quando brotarem as primeiras folhas verdadeiras, isto é, o segundo par. Certifique-se de que haja boa ventilação no local escolhido, para evitar que apodreçam devido ao excesso de umidade.
Antes que as mudas se tornem finas e compridas, é preciso fortalecê-las, aclimatá-las gradualmente à exposição ao ar livre. Isso deve ser feito quando a temperatura estiver suficientemente amena para plantá-las no jardim. Você pode pôr as mudas do lado de fora num lugar abrigado ou debaixo de uma tela, protegendo-as do sol quente ou das noites frias, ou do lado de fora durante o dia e dentro de casa à noite. As mudas devem ser transplantadas para o jardim em dias frescos ou nublados.
Salsa, aneto, camomila e anis não são transplantados com facilidade. Se você os semeou dentro de casa, ponha-os em pequenos recipientes de onde possam ser transplantados sem ferir as raízes; ou então ponha as sementes na terra, no lugar em que quer que cresçam, depois de passado todo o perigo do inverno. Prepare uma sementeira para ser posta do lado de fora com terra fina e enriquecida com adubo. Espalhe as sementes com parcimônia em fileiras. Cubra-as de terra fina com cerca de duas vezes o diâmetro das sementes. Conserve-as úmidas até germinarem e ficarem firmes. Desbaste as mudas quando tiverem mais ou menos 3 cm de altura.
Manutenção de um Jardim de Ervas
As ervas demandam menos cuidados, mas você deve transplantá-las e remover do jardim os espécimes doentes e as ervas daninhas. Num jardim pequeno, é possível controlar de maneira eficaz as ervas daninhas, revolvendo de vez em quando a terra em volta das plantas. Num jardim maior, a cobertura com palha é a opção mais prática. Ao redor de plantas que preferem solo rico, úmido (por exemplo, manjericão, aneto, cerefólio, cebolinho, hortelã e segurelha), use uma camada fina de cobertura orgânica leve, como folhas mortas, mofo de folha, aparas de madeira, lascas de casca de pinheiro ou adubo. Cascalho pequeno é melhor para as ervas que requerem um solo mais seco e menos rico (alfazema, alecrim e tomilho, por exemplo).
A não ser que o clima seja muito seco, regue apenas as ervas que gostam de umidade, como o hortelã, o manjericão, o cebolinho e qualquer outra plantada em pequenos recipientes.
Muitas ervas de uso culinário perdem o auge do sabor logo após a floração, e as anuais começam a fenecer nessa fase. Fique atento para colher botões em florescimento e hastes das ervas comestíveis antes de as sementes se desenvolverem.
Embora a maioria das ervas seja razoavelmente resistente às pragas, algumas são sensíveis a fungos, ferrugem ou ácaros, e outras “adoradas” por lagartas. Você pode aproveitar as qualidades repelentes naturais de certas ervas para produzir seu próprio borrifador não-venenoso e usá-lo nas plantas contaminadas. Colha algumas folhas de ervas que parecem nunca ser atingidas por pragas – por exemplo hortelã-verde ou arruda. Depois, despeje água fervente sobre as folhas (três partes de água para uma de ervas) e deixe em infusão durante 15 minutos. Quando esfriar, coe a mistura em pano fino e pulverize as plantas contaminadas. Repita o processo uma vez por semana e depois da chuva, usando a cada vez uma nova fervura da mistura.
Loureiro, alecrim e cidrão são ervas perenes mas que toleram apenas leves geadas. Se o inverno na sua região é muito frio, você terá de pôr as plantas em lugares cobertos durante esse período. Talvez seja melhor deixá-las no vaso, em vez de replantá-las a cada estação.
Para preparar outras ervas perenes para um inverno mais frio, cubra-as bem com uma camada grossa de folhas, palha ou gravetos. Não remova a cobertura até passar tudo perigo de geada. Na primavera, dê uma olhada embaixo da cobertura. Se achar que as novas plantas estão ficando amareladas, descubra-as nos dias ensolarados e cubra-as nas noites mais frias. As ervas de folhas prateadas, em particular, tendem a apodrecer quando as condições atmosféricas desfavoráveis, combinadas com a cobertura, retêm excesso de umidade em volta delas. Isso pode ocorrer mesmo em regiões de inverno ameno, onde o orvalho forte da noite ou a chuva causam umidade freqüente.

COM AS MÃOS ERGUIDAS SOBRE A ÁGUA FAÇA A SEGUINTE ORAÇÃO:



Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda a vida, abençoai esta água que vamos usar, confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados, e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo.

Concedei, ó Deus, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre para nós as águas da salvação para que possamos nos aproximar de Vós com o coração puro e evitar todo perigo do corpo e da alma.  +( FAÇA O SINAL DA CRUZ SOBRE A ÁGUA, TOCANDO-A) 
Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

(faz-se o sinal da cruz e diz:)
NOSSO AUXÍLIO ESTÁ NO NOME DO SENHOR QUE FEZ O CÉU E A TERRA.

EU TE ABENÇÔO SAL, CRIATURA DE DEUS, + POR DEUS VIVO, + POR DEUS VERDADEIRO, + POR DEUS SANTO, PELO MESMO DEUS QUE MANDOU AO PROFETA ELISEU QUE TE LANÇASSE NO MAR PARA TORNARES AS ÁGUAS SALUBRES E FECUNDAS, EU TE ABENÇÔO AFIM DE QUE SEJAS INSTRUMENTO DE SALVAÇÃO, PARA TODOS OS QUE CRÊEM, SAÚDE DA ALMA E DO CORPO PARA OS QUE TE RECEBEREM, E PARA QUE DEFENDAS E IMUNIZE DA ASTÚCIA E DA MALDADE DO DEMÔNIO OS LUGARES ONDE TE LANÇAREM E AFUGENTES DELES TODO O ESPÍRITO IMPURO, EM NOME DAQUELE QUE HÁ DE VIR JULGAR PELO FOGO OS VIVOS E OS MORTOS.
ORAÇÃO:
Ó DEUS ETERNO E ONIPOTENTE, NÓS VOS SUPLICAMOS HUMILDEMENTE  À VOSSA INFINITA MISERICÓRDIA A GRAÇA DE ABENÇOARDES E SANTIFICARDES ESTE SAL QUE VOS DIGNASTES CRIAR PARA USO DOS HOMENS, E DE CONCEDERDES  A QUEM O RECEBER A SAÚDE DO CORPO E DA ALMA. E FAZEI SENHOR QUE TUDO AQUILO, EM QUE ELE TOCAR OU FOR LANÇADO, SE CONSERVE IMUNE DA IMPUREZA, E DOS ATAQUES DO ESPÍRITO DA MALDADE. POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO VOSSO FILHO.

(Deite o sal bento na água por três vezes em forma de cruz e diga:)

QUE ESTA MISTURA DE SAL E DE ÁGUA SE FAÇA + EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. AMÉM.
ORAÇÃO SOBRE A ÁGUA E O SAL MISTURADOS:
Ó DEUS, QUE SOIS PRINCÍPIO DE INVENCÍVEL PODER, REI DUM IMPÉRIO INDESTRUTÍVEL E QUE TRIUNFAIS SEMPRE COM GRANDE GLÓRIA, A VÓS QUE REPRIMIS AS FORÇAS, DOS QUE TENTAM SUBVERTER OS VOSSOS DESÍGNIOS,

 QUE ABATEIS A FÚRIA RUGIDORA DO INIMIGO E DEBANDAIS OS PODERES HOSTIS DA MALDADE, SUPLICAMOS E PEDIMOS COM HUMILDADE E TEMOR, QUE VOS DIGNEIS OLHAR FAVORAVELMENTE PARA ESTA CRIATURA DE ÁGUA E SAL;

 QUE A NOBILITEIS COM A EFUSÃO DO VOSSO ESPÍRITO SANTIFICADOR, PARA QUE DE TODO O LUGAR QUE FOR COM ELA ASPERGIDO SE AFASTE PELA INVOCAÇÃO DE VOSSO NOME SANTÍSSIMO, O CONTÁGIO DO ESPÍRITO DA IMPUREZA E O MEDO DA MORTÍFERA SERPENTE, PARA QUE A PRESENÇA DO ESPÍRITO SANTO NOS ASSISTA EM TODA PARTE COM A VOSSA MISERICÓRDIA.

 POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO VOSSO FILHO NA UNIDADE DO MESMO ESPÍRITO SANTO, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
AMÉM
Bênção do fogo da vela
SENHOR DEUS, PAI ONIPOTENTE, LUZ INDEFECTÍVEL, E AUTOR DE TODA LUZ, ABENÇOAI ESTE LUME, QUE JÁ POR VÓS FOI ABENÇOADO E SANTIFICADO PARA ILUMINAR O MUNDO E FAZEI QUE SEJAMOS NELE ABRASADOS E ALUMIADOS COM O FOGO DA VOSSA CLARIDADE.
E ASSIM COMO ALUMIASTES MOISÉS QUANDO SAIU DO EGITO, ILUMINAI TAMBÉM OS NOSSOS CORAÇÕES E SENTIDOS PARA QUE MEREÇAMOS CHEGAR À VIDA E LUZ ETERNA. E FAZEI QUE EM TODO O LUGAR ONDE FOR LEVADA O MISTÉRIO DESTA LUZ, OS PODERES DAS SOMBRAS CEDAM À VIRTUDE DA VOSSA DIVINA MISERICÓRDIA. POR CRISTO, NOSSO SENHOR. AMÉM.
Observação:
A vela pode ser usada na Bênção da casa levando-a em todos os cantos da casa, traçando o sinal da Santa Cruz nas portas e janelas e em todos os ambientes, rezando  sempre, pode-se dizer apenas: LUMEN CHRISTI! (LUZ DE CRISTO!)


OBSERVAÇÕES:
USE A ÁGUA, O SAL, AS VELAS, OS GRÃOS DE INCENSO SEMPRE QUE SENTIR NECESSIDADE DE UMA FORÇA A MAIS EM SUAS PRECES OU COMO ACHAR MELHOR, GUARDE-A EM SEU ORATÓRIO, OU SEU PEQUENO ALTAR CASEIRO SE NÃO TEM FAÇA UM. E USE-A EM SUAS PRECES.
É SEMPRE BOM USAR A ÁGUA BENTA E QUALQUER OUTRO ELEMENTO ABENÇOADOS POR UM SACERDOTE, MAS LEMBRE-SE: CRISTO TAMBÉM NOS CONFERIU SEU PODER, E NÃO SÓ AOS SEUS SACERDOTES.


ELES SÃO IMPORTANTES POIS RECEBERAM UMA MISSÃO MUITO MAIS ESPECÍFICA QUE NÓS, MAS NÃO SÃO MAIS SANTOS, MUITO MENOS MAIS PODEROSOS. 
NO ENTANTO, A BÊNÇÃO DE OUTRA PESSOA SOBRE NÓS É SEMPRE UMA FORÇA A MAIS.
É O PODER DA COMUNHÃO DOS SANTOS, PODER QUE NOS UNE E NOS IRMANA. 
NO ENTANTO, UTILIZAR NOSSA FORÇA, COMO SACERDOTES COMUNS, É ALGO QUE SÓ NOS FORTALECE COMO ORANTES, E NOS APROXIMA MAIS DA LIGAÇÃO COM DEUS SEM INTERVENÇÃO DE MEDIADORES, COMO O SACERDOTE, SABENDO QUE ELE TEM SEU VALOR, CLARO.

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS

A pouca distância da cidade de Assis, Itália, em uma espaçosa planície está situada a igreja de Nossa Senhora dos Anjos.
A primeira ermida, foi construída no ano de 352, por quatro peregrinos vindos de Jerusalém, veneravam ali uma relíquia do túmulo da Santíssima Virgem, dedicada a Maria Assunta ao céu pelos anjos, e daí derivou o título, Santa Maria dos Anjos. Diz a lenda, que nas vésperas de algumas solenidades, desciam de noite numerosos coros de anjos que cantavam aleluias e muitas vozes e faziam grandes festas.
Por essa razão era conhecida desde tempo imemoriável como Santa Maria dos Anjos. Chamava-na também de Porciúncula, porque, conforme a tradição os beneditinos tinham vivido ali antes de se instalar no Monte Subásio, e lhes haviam dado uma pequena porção de terra para o cumprimento de suas obrigações monásticas.
A Basílica de Santa Maria dos Anjos de imponentes dimensões, é a sétima em ordem de grandeza entre as igrejas cristãs.
Em março de 1569 foi colocada a pedra fundamental, pelo bispo de Assis Filippo Geri, da majestosa Basílica de Santa Maria dos Anjos, que por vontade do papa Pio V, abrigaria em seu interior a capela da Porciúncula.
O projeto foi feito pelo arquiteto perugiano Galeazzo Alessi. A construção terminou somente em 1679. Com o terremoto de 1832 ficou totalmente danificada, porém, saíram ilesas a cúpula e a Capelinha da Porciúncula. Foi reconstruída por Luigi Poletti. Em 1930 foi colocada a estátua áurea de Nossa Senhora dos Anjos, obra do escultor Colasanti.
No interno da Basílica há três naves, de uma grande beleza e harmonia, e uma série de capelas laterais. No centro debaixo da cúpula, se encontra a Capela da Porciúncula, decorada externamente com pinturas de Andréa d’Assisi. No teto um tabernáculo gótico, renovado depois do terremoto de 1832.
A construção de uma grandiosa basílica a Nossa Senhora dos anjos responderia ao desejo de englobar a pequena capela e os outros ambientes onde Francisco viveu, num único ambiente. E ser capaz de conter maior quantidade de peregrinos em visita a Porciúncula, restaurada por São Francisco a primeira capela de Santa Maria dos Anjos que o santo recebeu dos beneditinos de Subásio. Estão ali também o primeiro convento, e a capela do Trânsito, lugar onde São Francisco morreu em 4 de outubro de 1226.
Frei Tomás de Celano, primeiro biógrafo de São Francisco, narra o amor do santo para com aquele local dedicado à Nossa Senhora chamado “Porciúncula”, que quer dizer “Pedacinho”: “O santo teve uma preferência especial por esse lugar, quis que os frades o venerassem de maneira toda particular e que fosse conservado como espelho de toda a sua Ordem na humildade e na extrema pobreza.
A Porciúncula, conserva todo o frescor da primitiva austeridade franciscana. As pedras recordam as mãos frágeis do restaurador Francisco de Assis. Milhões e milhões de pessoas se prostraram aqui para encontrar a paz e o perdão na grande indulgência da Porciúncula. Os peregrinos que chegam à porta da grande Basílica de Santa Maria dos anjos, se sentem atraídos pela pequena igreja, que está bem no coração do santuário.
Foi naquela capela que Francisco recebeu a célebre indulgência do “Dia do Perdão”, celebrado anualmente a 2 de agosto. A festa do Perdão é ainda hoje uma da mais importantes da Ordem Franciscana. Esta indulgência foi estendida à toda Igreja Católica pelo Papa Pio XII.
Diz a história: Uma noite do ano 1216, Francisco estava em profunda contemplação na pequena igrejinha da Porciúncula, quando improvisamente apareceu uma grande luz e Francisco viu sobre o altar Cristo revestido de luz e a sua direita a Mãe Santíssima cercada por uma multidão de anjos. Francisco adorou em silêncio com o rosto por terra o seu Senhor.
- Pede o que deseja para a salvação das almas, disse Jesus.
A resposta de Francisco foi imediata.
- Santíssimo Pai, eu sei que sou um miserável e pecador, te peço para que todos os penitentes que se confessarem e irem visitar esta igreja seja lhes concedido amplo e generoso perdão, com uma completa remissão de todos as culpas.
Aquilo que tu me pedes, Francisco, é grande, lhe disse o Senhor. Porém de coisas maiores tu és digno e as terás. Acolho portanto, o teu pedido, mas quero que tu peças ao meu vigário na terra, de minha parte, esta indulgência
E Francisco se apresentou ao papa Onório II, que se encontrava em Perúgia e com simplicidade lhe contou a visão que tivera. O papa o escutou com atenção e depois de certa hesitação, lhe perguntou: Por quantos anos quer esta indulgência? Santo Padre, não peço anos, mas “almas” respondeu Francisco. E, feliz saiu apressado, mas o papa o chamou de volta e disse: Como, você não quer um documento? Santo Padre, para mim basta a vossa palavra! Se esta indulgência é obra de Deus, ele se encarregará de manifesta-la, eu não preciso de nenhum documento. Este documento deve ser a Santíssima Virgem Maria, Cristo o tabelião e os anjos as testemunhas.
Uns dias mais tarde, junto com os bispos da Úmbria, disse chorando ao povo reunido na Porciúncula: “Irmãos meus, quero mandar-vos todos para o Paraíso”!