sábado, 4 de maio de 2019

Comece cada dia com um tom positivo

• Evite notícias negativas: Jornais, revistas e programas de televisão enfatizam más notícias e eventos catastróficos. Certifique-se de ser informado, mas ser seletivo sobre as informações que você absorve todos os dias. 

Lar é onde meus gatos estão


“São distantes, discretos, impecavelmente limpos e sabem calar. Falta mais alguma coisa para considerá-los uma excelente companhia?”

Rainha Maria Leszcynska

níver da minha she-ra!


 Meu amor, pra mim você nasceu no dia 4 de maio de 2017, quando te encontrei sozinha na rua, com fome, carente, magrinha, pedindo socorro com sua vozinha estridente.
 Não tenho como saber o dia certo de seu nascimento, mas no meu coração, na minha vida você nasceu nesse dia.
   Que bom que Deus nos apresentou uma a outra.
   Para mim, você nasceu do meu ventre. Meu amor por você atravessará o tempo... É infinito. Creio que sou correspondida porque somos muito unidas.
   Viva muito, meu amor. Minha felicidade depende da sua.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Hoje, também seria aniversário de José de Alencar


José Martiniano de Alencar (Messejana, 1 de maio de 1829 - Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877) foi um escritor e político brasileiro. É notável como escritor por ter sido o fundador do romance de temática nacional, e por ser o patrono da cadeira fundada por Machado de Assis na Academia Brasileira de Letras.

Casou-se com Georgiana Augusta Cochrane (1846-1913), sendo pai do embaixador Augusto Cochrane de Alencar.

José de Alencar foi o primogênito, e seu apelido em casa era Cazuza.

Sete anos antes do seu nascimento, em 1822, D. Pedro I havia proclamado a Independência do Brasil e tornara-se imperador do Brasil. Dois anos após o seu nascimento, em 1831, o monarca, cedendo a pressões internas e externas, abdicaria em favor do filho e retornaria para Portugal. 

Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza que a família Alencar vivia. Seu corpo foi primeiramente sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro, depois foi exumado para o Cemitério de São João Batista, também no Rio de Janeiro. Sua esposa Georgiana faleceu treze anos depois e foi sepultada ao lado do marido em 1913.
Em Fortaleza em 1910, foi erguido o Theatro José de Alencar. A Praça José de Alencar e a estação José de Alencar da Linha Sul do Metrô de Fortaleza são, também, homenagens da sua cidade natal.



Teatro

·                                 Verso e reverso, 1857
·                                 O Crédito, 1857
·                                 O demônio familiar, 1857
·                                 As Asas de um Anjo, 1858
·                                 Mãe, 1860
·                                 A expiação, 1867
·                                 O jesuíta, 1875
 

Homenagem ao mês das mães...


redação do momento espírita


Em uma passagem do Evangelho, narra-se que os Apóstolos se encontravam em um barco, em plena tempestade.
No meio do mar, a embarcação era açoitada pelas ondas e por fortes ventos.
Em dado momento, Jesus, que estava orando em um monte, dirigiu-se para junto dos Apóstolos, andando sobre as águas.
Os Apóstolos se assustaram muito, até que o Cristo os tranquilizou.
Pedro pediu que Jesus o fizesse ir até Ele, por sobre as águas.
O Mestre assentiu e o chamou.
Pedro começou a andar sobre o mar, mas teve medo e principiou a afundar.
Jesus estendeu a mão e o socorreu, lamentando a pequenez da fé do pescador.
Quando o Messias subiu no barco, o vento acalmou.
Essa passagem evangélica possui extrema beleza e profunda significação.
À parte o inegável poder de Jesus sobre os elementos, pode-se fazer uma leitura focada no poder transformador de Sua mensagem.
No mundo, as criaturas padecem vergastadas pelo vendaval das suas paixões.
Muitas contraem variadas enfermidades pelo descontrole no comer e no beber.
Outras sucumbem aos tóxicos de variadas nomenclaturas.
Há quem perca a dignidade no desregramento sexual.
São incontáveis os vícios e grandes os prejuízos que causam.
Gula, vaidade, egoísmo, crueldade, desonestidade e destemperanças as mais diversas ensejam funestas consequências.
Muitas das criaturas que se infelicitam, realmente gostariam de viver com dignidade e todas desejam ser felizes.
Embora alguns desatinos pareçam sedutores, cedo ou tarde mostram seu lado amargo.
O problema é que muitos se afirmam frágeis em excesso para vencer suas más tendências.
Não é possível ser ingênuo e imaginar que a renovação moral se dê por um passe de mágica.
Maus hábitos cristalizados por longo tempo não somem apenas porque a criatura decidiu mudar.
Entretanto, a renovação é sempre possível e corre por conta da perseverança de quem a deseja.
Nessa luta contra as trevas internas, surge a importância da fé.
Pedro afundou por duvidar, conforme assentou o Cristo.
Então, importa acreditar firmemente que a retificação da própria realidade espiritual é possível.
Talvez hajam algumas quedas, mas a crença no sucesso necessita estar sempre presente.
Essa crença será tão mais efetiva quanto mais se baseie nas propostas do Cristo.
A vivência da fraternidade, da esperança e da pureza constitui o maior antídoto contra as ilusões do mundo.
Quando Jesus realmente adentra o barco da vida de alguém, cessam as tormentas das paixões.
Surge a paz, não como um privilégio, mas como  consequência natural de uma vida digna.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 3, do livro A mensagem do
Amor Imortal, pelo Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de 
Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 24.12.2009.

1º dia de maio