sábado, 31 de março de 2018

1909: Dia do início da construção do Titanic

A história do Titanic e dos dois outros navios gêmeos começa num jantar na mansão londrina de James P. Morgan, sócio maioritário dos maiores estaleiros do mundo, Harland & Wolff.

Era objetivo desta companhia concorrer na rota do Atlântico com a Cunard Line, proprietária das embarcações MAURiTANIA e LUSITANIA.
Curiosamente ou talvez não, a casa onde nasceu o Titanic, é hoje a embaixada da Espanha no Reino Unido.
Embora a companhia de navegação “White Star Line” tivesse sido fundada em 1869 na Inglaterra, desde 1902 fazia parte de uma holding norte-americana chamada “International Mercantil Marine”.
 O seu presidente era Bruce Ismay, apontado por muitos historiadores como o principal causador da tragédia do Titanic.


Não morreu no acidente porque tomou o lugar de uma senhora num dos botes salva-vidas. Foi posteriormente rejeitado pela sociedade britânica, tendo morrido só na sua mansão nos arredores de Londres.
Um ano e meio depois do jantar na mansão de James Morgan, foi iniciada a construção do Titanic. Era a manhã do dia 31 de Março de 1909.
Embora nos estaleiros “Harland & Wolff” trabalhassem mais de 14 mil operários, apenas 1700 homens trabalharam duramente durante 27 meses para acabar a construção do Titanic.
Para a construção foram necessárias 27 mil toneladas do melhor aço. O casco era composto por chapas de aço de 2,5cm de espessura que se uniam com mais de 3 milhões de rebites. Note-se que nessa altura ainda não tinha sido inventada a soldadura, usando-se rebites para a união das chapas.
A construção do navio custou à White Star Line 10 milhões de dólares de 1912, uma astronômica soma para a época, correspondendo a uns 1000 milhões de Euros.
O dinheiro para financiar esta construção veio dos Estados Unidos, mais concretamente de James Morgan.
Foi lançado à água no dia 31 de Maio de 1911 pelas 12 horas. A este ato tão importante assistiram, para além do presidente da Câmara de Belfast, James Morgan e todos os diretores, pessoal da empresa construtora e da companhia de navegação e mais de 100 mil pessoas que se amontoaram pelos arredores dos estaleiros para presenciarem o nascimento do navio dos sonhos.
Foi um ato impressionante, como tudo o que estava relacionado com o Titanic, por exemplo, as suas dimensões: Desde a coberta principal até à quilha tinha 57 metros de altura, desde a proa até à popa 270 metros de comprimento e 30 de largura. Na coberta do Titanic poderiam ter sido construídos 3 campos de futebol. Cada uma das 3 âncoras pesava 15 toneladas. O casco pesava 46 mil toneladas de peso bruto. As duas hélices laterais de 3 pás, mediam 7 metros de diâmetro e pesavam 38 toneladas cada uma. A hélice do meio, de 4 pás, media 5 metros e pesava 22 toneladas.
Era capaz de deslocar 52.250 toneladas. A propulsão era assegurada por 29 caldeiras com 159 fornalhas, proporcionando uma potência total de 46.000 hp e 3 hélices permitiam uma velocidade de até 24 nós. Tinha capacidade para 3547 pessoas (passageiros e tripulação).
O Titanic teve a sua construção (sob número de quilha 401 da Harland & Wolff) iniciada a 31 de Março de 1909 tornando-se o maior objeto móvel construído pelo homem.
Em Julho de 1911 é marcada a data da viagem inaugural do Titanic : 20 de Março de 1912 .
Devido ao embate do Olympic com o cruzador da marinha britânica Hawke, ficando com importantes avarias que obrigaram o estaleiro a fornecer homens e materiais para efetuar as reparações do Olympic, a primeira viagem do Titanic foi adiada para o dia 10 de Abril de 1912.
A 3 de Fevereiro de 1912, O Titanic deu entrada na Thompson Graving Dock, concluíram-se os acabamentos e iniciaram-se os testes de mar onde foram realizadas manobras para testes da embarcação e dos seus equipamentos.


No dia 2 de Abril partiu, sob o comando do Capitão Bartlett, para Southampton (a 570 milhas), o porto base para as viagens que começaria a realizar. Onde chegou na madrugada do dia 4 e iniciou o carregamento de carga e suprimentos, além de receber a bordo a maior parte da tripulação.
A embarcação ficou pronta para zarpar na sua viagem inaugural no dia 9 de Abril.
No dia 10 de Abril, às 07:30 tomou o comando o Capitão Edward J. Smith, antigo comandante da Olympic.

Era meio-dia em ponto quando o Titanic soltou as amarras do cais número 44 da White Star Line no porto inglês de Southempton.
2208 pessoas entre passageiros e tripulantes viajaram a bordo do maior navio do mundo que efetuava a sua viagem inaugural. Ironicamente esta seria a sua primeira e última viagem.
O Titanic partiu sendo levado por rebocadores para fora do porto. Um incidente ocorreu quando O Titanic já navegando pelos seus próprios meios passou próximo da embarcação New York. A deslocação da água que o seu movimento provocou fez com que as amarras da outra embarcação se quebrassem e a popa da mesma fosse na sua direção. Graças a uma rápida intervenção da tripulação da New York a colisão foi evitada por apenas 2 metros.
Depois de saído do porto de Southempton, o Titanic dirigiu-se ao porto francês de Cherbourg ancorando na sua doca já que um navio tão grande não cabia no interior do porto.
Aí, e por meio de botes, subiram passageiros, principalmente de primeira e segunda classe.
No porto irlandês de Queenstown embarca passageiros de terceira classe, mercadoria e correio. Deixou este porto na tarde do dia 11.
Era a última escala antes de chegar a New York.

Willian Murdock teve um papel muito importante na história do Titanic, tanto pelo papel que desempenhava no navio, como pelo seu comportamento pessoal e coragem demonstradas no momento da colisão com o iceberg.
Murdock era o 1º oficial do navio e era ele que se encontrava ao comando quando se deu o choque. Em décimos de segundo teve de decidir o que fazer e a primeira ordem foi fechar de imediato as portas estanques.
O papel deste oficial também foi importante durante a evacuação dos passageiros. Era o responsável pela coberta “A” e, ao contrário do que se passava nas outras cobertas, ordenou que enchessem completamente os botes salva-vidas mesmo que fosse com homens. Graças a esta ordem 80% dos homens que se salvaram a ele devem a vida.
Na coberta “B” não foi permitido o embarque de nenhum homem e estes arrearam só com mulheres e crianças de forma que só levaram metade das pessoas que se poderiam ter salvo. Alguns botes foram lançados ao mar com 14 ou 15 pessoas enquanto que a sua capacidade era para 72.


Um dos símbolos da beleza, do esplendor e do luxo do Titanic era a grande escalinata de proa. Ao entrar, depois de um passeio pela coberta, notava-se como a luz natural penetrava pela cúpula de ferro e vidro refletindo a sua luz nas pálidas madeiras de carvalho e nas suas douradas balaustradas.
Na parede do patamar superior podia ver-se um painel também de carvalho talhado, com um relógio cercado por duas figuras que simbolizavam a honra e a glória que estavam por cima deste, demonstrando como a honra e a glória devem estar sempre acima do tempo.
Por esta grande escalinata desciam os passageiros da primeira classe à sala de jantar.
A fim de satisfazer os gostos dos passageiros de primeira classe, existiam oito estilos diferentes de decoração das cabines. Em qualquer deles ressaltava o luxo e o conforto que tinham aqueles quartos, móveis de carvalho, painéis esculpidos à mão, uma sala de jantar e casa de banho completa com água quente e fria.
Mesmo os quartos reservados à terceira classe eram muito bons para a época e podem ser ainda hoje comparados aos de segunda dos navios atuais.
Era, sem dúvida, o hotel mais luxuoso do mundo e cada passageiro da primeira classe pagou o equivalente a 80 mil euros para embarcar no navio.

No entanto teve vida curta, apenas quatro dias: de quinta, dia 11, a domingo, dia 14.

Dia da Doutrina espírita

Os 5 pilares da Doutrina Espírita

Existência de Deus
Imortalidade da alma
Pluralidade das existências
Pluralidade dos mundos habitados
Comunicabilidade dos espíritos
Mas, toda e qualquer comunicação não deve ser aceita cegamente; precisa ser encarada com reserva, examinada com o devido cuidado, para não sermos vítimas de espíritos enganadores.  A comunicação depende da conduta moral do médium.  Se for uma pessoa idônea, de bons princípios morais, oferece campo para a aproximação e manifestação de bons espíritos.
É preciso ficar alerta contra as mistificações e contra os falsos médiuns, que tentam iludir o público menos avisado em troca de vantagens materiais.  Por isso, é importante que, antes de ouvir uma comunicação, a pessoa se esclareça a respeito do Espiritismo.
Apesar de ser uma religião completa e autônoma apenas no Brasil, o espiritismo tem se expandido e, segundo dados do ano 2005, conta com cerca de 15 milhões de adeptos espalhados entre diversos países, como Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Bélgica, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Argentina, Canadá, e, principalmente, Cuba, Jamaica e Brasil, sendo que este último tem a maior quantidade de adeptos no mundo. No entanto, vale frisar que é difícil estipular a quantidade existente de espíritas, pois as principais estipulações sobre isso são baseadas em censos demográficos em que se é perguntado qual a religião dos cidadãos, porém nem todos os espíritas interpretam o Espiritismo como religião.

Somos imortais



1. Enquanto ao lado dos entes queridos, diga-lhes que você os ama. Nunca será demasiado dizer quanto a pessoa querida é importante. 
2. Pense na sua morte, não na morte do vizinho. Porque o vizinho está pensando na sua. 
3. Resolva os seus problemas afetivos antes da morte. 
4. Quando alguém querido morrer, não lamente. Agradeça o período em que conviveu ao seu lado. Recorde os momentos felizes que teve com o ser querido. Eles receberão a sua mensagem mental e se sentirão felizes, acercando-se de você. Faça silêncio interior para poder ouvi-los numa voz intracraniana. E, lentamente, poderá ouvi-los diretamente. 
5. Ore por eles. Peça a Deus por eles. E tenha certeza de que, quando chegar o momento de sua partida, você os encontrará. 
Divaldo Pereira Franco 
Fonte: Blog a Luz da doutrina Espírita

quinta-feira, 29 de março de 2018

Benefícios do chuchu


- Ajuda na prevenção de câncer
- Reduz pressão arterial
- Previne a coagulação do sangue
- Previne constipação
- Ajuda a emagrecer
- Evita a anemia
- Reduz colesterol
- Bom para os rins
- Ideal para quem sofre de diabetes.


Polegar - Ando falando sozinho (Videoclipe)

sexta-feira, 23 de março de 2018

O Hotel Splendido


 Os antigos monastérios italianos estão sendo transformados em luxosos hoteis cinco estrelas. Esta é a última tendência do turismo na região da Liguria, converter monasteiros em Hotel exclusivos onde é possível passar férias tranquilas e serenas.
 O Hotel Splendido está instalado estrategicamente no alto de uma colina. Com uma combinação impecável de beleza, estilo, conforto e serviço.Em 1985, a rede Orient-Express comprou o Hotel e promoveu uma completa renovação dos quartos e instalações, mas mantendo todo o glamour original. A piscina ganhou borda infinita e água morna do mar.
 O trofie al pesto ou o risoto de camarões da Ligúria podem ser degustados à luz de velas.
 O Parque regional, um trecho de mata nativa, oferece trilhas encantadoras entre pinheiros e vinhedos.
 Os terraços de pedra, construídos nos penhascos pelos moradores há mais de 10 séculos, são marca registrada da região. A caminhada é compensadora: depois de muito sobe e desce, é obrigatória a parada em uma cantina à beira-mar para um copo de vinho e uma salada de anchovas e tomates. Outra maneira de passear é de ferry boats, que fazem a comunicação entre as cidadezinhas com uma razoável frequência.
  Para quem tem resistência física ou espírito aventureiro, uma das melhores maneiras de conhecer a península de Santa Marguerita, onde fica o vilarejo de Portofino, é pedalando. Há roteiros pela Montanha de Portofino, pelo Parque Regional e pela badalada Via Aurélia. Todas essas maravilhas devem ser vistas durante o período de abril a novembro.
  O Hotel Splendido permanece fechado de fim de novembro a março, assim como muitos dos lugares. O inverno traz chuvas e deslizamentos. Portanto, a primavera e o verão são ideais para essa aventura de charme e prazer.

níver de Florianópolis

Imagem do mercado público de Florianópolis