terça-feira, 28 de abril de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Pense nisso...
"Enquanto o homem continuar a
ser o destruidor dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a
saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns
aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria
e o amor."
- Pythagoras
quinta-feira, 23 de abril de 2015
terça-feira, 21 de abril de 2015
Doe... Faz tão bem!!
Doe roupas (ou outros objetos) para ajudar no brechó em prol dos animaizinhos carentes... Beijos... obrigada, Deus lhe abençoe.
gente de touro
Perfil -
Calmo, obstinado, firme e estável. Isso pode resumir o que seria o
Touro. Assim como o animal que o representa, o taurino tem uma força que
o faz suportar qualquer coisa, desde que possa alcançar um resultado
positivo e prático. Claro que tende ao materialismo, mas vamos pensar
assim: ele preza o mundo da matéria... e como! Tem opiniões ponderadas e
uma maneira de ser tranquila. É difícil fazer um Touro sair do sério,
mas se você insistir, e conseguir, é melhor correr Quando o Touro fica
bravo, ele fica muito bravo. Por sorte, ele aguenta bastante.
sábado, 18 de abril de 2015
Maria da Encarnação
Era costume para a nobreza de sua época, confiar a educação de meninas ou adolescentes a congregações religiosas femininas. Nossa beata foi confiada na adolescência às Irmãs Menores de Nossa Senhora da Humildade, residentes de Longchamp. Retornou à sua família aos 14 anos. O desejo de fazer-se religiosa não foi autorizado por sua família. Aos 16 anos foi desposada pelo visconde Villemor, Pedro Acarie, homem de moral irrepreensível. Começou sua vida de casada e mãe, tendo seis filhos.
Em 07 de abril de 1614, agora livre de qualquer obrigação do mundo, entrou no Carmelo de Amiens como uma simples “irmã conversa” (equivalente quase a uma “serva das irmãs”), de véu branco, com o nome de Maria da Encarnação. Ela viveu sua vida de reclusão, com humildade, trabalhando na cozinha e auxiliando as irmãs doentes. Sofreu especialmente com o modo áspero com o qual era tratada por uma nova priora advinda de outro Carmelo. Tinha muitos êxtases e visões que a confortaram em sua longa doença. Sofrendo más condições de saúde, foi transferida para o Carmelo de Pontoise em 07 de dezembro de 1616. Após longa e dolorosa doença, entregou sua bela alma a Deus no dia 18 de abril de 1618, aos 52 anos. Seu corpo repousa na capela do mesmo convento.
Em 07 de abril de 1614, agora livre de qualquer obrigação do mundo, entrou no Carmelo de Amiens como uma simples “irmã conversa” (equivalente quase a uma “serva das irmãs”), de véu branco, com o nome de Maria da Encarnação. Ela viveu sua vida de reclusão, com humildade, trabalhando na cozinha e auxiliando as irmãs doentes. Sofreu especialmente com o modo áspero com o qual era tratada por uma nova priora advinda de outro Carmelo. Tinha muitos êxtases e visões que a confortaram em sua longa doença. Sofrendo más condições de saúde, foi transferida para o Carmelo de Pontoise em 07 de dezembro de 1616. Após longa e dolorosa doença, entregou sua bela alma a Deus no dia 18 de abril de 1618, aos 52 anos. Seu corpo repousa na capela do mesmo convento.
Oremos
Senhor Deus, Todo-Poderoso, que concedeste à Beata Maria da Encarnação o dom de imitar fielmente o Cristo pobre e humilde, concede-nos também, pela intercessão desta santa, a graça de que, vivendo fielmente nossa vocação, caminhemos rumo à perfeição que Tu nos propões na pessoa de Teu Filho. Que vive e reina Contigo. Amém.
Feliz Dia Nacional do Amigo...
Você Tem
Um Amigo
Quando você estiver deprimido e confuso
E precisar de uma mão para ajudar,
E nada, nada estiver dando certo,
Feche seus olhos e pense em mim
E logo eu estarei lá
Para iluminar até mesmo suas noites mais sombrias.
Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo para te ver novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo o que você tem de fazer é chamar.
E eu estarei lá, sim, sim, sim,
Você tem um amigo.
Se o céu acima de você
Tornar-se escuro e cheio de nuvens
E aquele antigo vento norte começar a soprar,
Mantenha sua cabeça em ordem
e chame meu nome em voz alta
E em breve eu estarei batendo na sua porta.
Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo, sim, eu virei
Para te ver novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar
E eu estarei lá, sim, sim, sim.
Ei, não é bom saber que você tem um amigo?
As pessoas podem ser tão frias,
Elas vão te magoar e te abandonar
Bem, elas tomarão sua alma, se você permitir a elas
Oh, sim, mas não permita
Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
(Oh baby, você não sabe disso?)
Inverno, primavera, verão ou outono,
Ei agora, tudo que você tem de fazer é chamar
Senhor, eu estarei lá, sim, sim, sim.
Você tem um amigo.
Oh, você tem um amigo.
Não é bom saber que você tem um amigo?
Não é bom saber que você tem um amigo?
Você tem um amigo.
terça-feira, 14 de abril de 2015
minha homenagem ao Titanic
Totem da ousadia humana, orgulho da
engenharia náutica, colosso de 269 metros de comprimento e 46 mil toneladas,
obra-prima de 7,5 milhões de dólares, o RMS Titanic, tido e havido como
inexpugnável pelos mais insuspeitos especialistas, soçobrou em sua viagem
inaugural. Ao colidir com um iceberg, nas últimas horas do dia 14 de abril, o
navio afundou e levou consigo a vida de mais de 1.500 pessoas nas águas gélidas
do Atlântico norte. Ao choque e à incredulidade pela notícia, soma-se agora, no
rescaldo da acachapante tragédia, a ânsia pelas respostas às perguntas que não
querem calar. Como um gigante do porte do Titanic pode ter simplesmente
afundado pelo choque com um iceberg? Porque o maior e mais moderno navio de
nosso tempo não oferecia plenas condições de segurança a todos os seus passageiros?
Autoridades dos Estados Unidos e da Inglaterra já se mobilizam para investigar
as causas do sinistro e atribuir possíveis responsabilidades.
Com poucos dias decorridos do acidente,
porém, as informações ainda são desencontradas, nebulosas e não confirmadas. O
que se sabe pelos relatos dos cerca de 700 sobreviventes, resgatados pelo RMS
Carpathia horas após o infortúnio, é que o Titanic, que em 10 de abril deixara
Southampton, na Inglaterra, rumo a Nova York, colidiu a estibordo com um
iceberg na região dos bancos gelados de Newfoundland por volta das 23h40 do dia
14. No contato com a proa, a massa flutuante de gelo abriu um rombo no casco do
navio, e a água passou a jorrar para dentro dos compartimentos à prova d'água.
Cinco deles teriam sido danificados e inundados, de acordo com o que
tripulantes sobreviventes ouviram de Thomas Andrews, projetista e construtor da
Harland & Wolff (empresa responsável pela fabricação do Titanic), que
inspecionou o estrago momentos depois do abalroamento e não sobreviveu ao
naufrágio.
Aqui começam as interrogações. Os
especialistas não compreendem o motivo pelo qual o Titanic não alterou sua
rota, já que recebeu diversas mensagens pelo telégrafo alertando sobre a
presença de icebergs flutuantes (notadamente na região 42º Norte e entre a 49º
e 51º Oeste) na véspera da colisão. Mesmo sabendo do caminho potencialmente
acidentado na rota do majestoso transatlântico, o capitão optou por manter a
rota e a velocidade, confiando na calmaria do oceano - "o mar estava como
grama", declarou o segundo oficial, tenente Charles Lightoller - e na
observação de sua equipe na torre (que, entretanto, estava sem binóculos).
Assim, quando, às 23h40 os vigias Frederick Fleet e Reginald Lee avistaram um grande
bloco de gelo imediatamente à frente do navio, havia pouco a ser feito.
"Iceberg logo à frente!", anunciaram, em vão. O primeiro oficial,
tenente William Murdoch, ainda tentou uma manobra para desviar o navio pela
esquerda, mas não houve tempo: menos de um minuto depois, veio a colisão.
Os oficiais Murdoch e Lightoller comandaram
então a distribuição dos passageiros nos botes, tendo como diretriz a regra
internacional de embarcar prioritariamente mulheres e crianças. Por volta de
0h45 de 15 de abril, o primeiro bote foi ao mar. Dos 65 lugares disponíveis,
ele levava apenas 28 passageiros. Naquele momento, muitos ainda não acreditavam
que o transatlântico novo em folha estivesse realmente em perigo.
Às 2h20, o Titanic, pérola da White Star Line, foi completamente
engolido pelo oceano Atlântico. Era o fim do mais rico e moderno transatlântico
já concebido pelo homem - e apenas o início do martírio de seus outrora
orgulhosos passageiros.
Dezenas de pessoas ainda estavam no
convés, e muitas lançaram-se desesperadamente rumo às águas geladas, buscando
agarrar-se a algum destroço do navio ou ser resgatado por um dos botes
salva-vidas. Poucos barcos, porém, retornaram para as proximidades do local
onde o Titanic desaparecera. Seus ocupantes temiam que a força de sucção da
água revolta pelo naufrágio, ou mesmo o desespero das pessoas tentando subir
nos botes, causassem nova tragédia. Assim, enquanto os pequenos barcos vagavam
na escuridão à espera de resgate, com cerca de 700 almas trêmulas de frio, algo
em torno de 1.510 pessoas teriam seu destino selado ali mesmo, no local do
naufrágio, a maioria absoluta morrendo em decorrência de hipotermia causada pela
temperatura da água, 2ºC negativos. No total, 80% dos homens e 25% das mulheres
feneceram. Aparece então outra indagação: por que os botes salva-vidas não
foram lançados com suas capacidades máximas? Tivesse sido esse o desfecho, pelo
menos mais 500 pessoas estariam salvas.
Entrou em cena, então, o capitão Arthur
Rostron. Com destreza e presença de espírito que talvez tenham faltado aos
superiores no navio da White Star Line, o timoneiro britânico, antes mesmo de
localizar o Titanic, confiou à sua tripulação uma lista de 23 tarefas a fim de
preparar o Carpathia para um eventual procedimento de resgate dos possíveis
sobreviventes do naufrágio.
O capitão ainda destacou marinheiros
para obter a identificação dos sobreviventes para enviar pelo telégrafo e
comandou a desocupação de todas as cabines dos oficiais, incluindo a própria,
para acomodar as vítimas, dispondo também das bibliotecas, salão de fumantes e
restaurantes para o mesmo fim. Navegando habilmente por entre blocos de gelo a
toda velocidade, o Carpathia chegou ao local telegrafado pelo Titanic por volta
das 4 horas. E nas quatro horas seguintes, o transatlântico recuperou catorze
botes salva-vidas. Já com o dia claro, sem esperança de encontrar novos
sobreviventes, o capitão Rostron decidiu voltar com o Carpathia para Nova York
a fim de desembarcar os sobreviventes do Titanic, que chegaram finalmente à
cidade na noite de 18 de abril.
No dia 16, quando ainda não se sabia ao
certo a extensão da tragédia no oceano, o político americano Willian Alden
Smith, senador republicano do estado de Michigan, consultou um dos assessores
do presidente William Taft para saber se o comandante-em-chefe pretendia tomar
alguma providência em relação ao ocorrido. Como a resposta fosse negativa,
Smith, na manhã seguinte, levou ao Senado uma proposta para que o Comitê de
Comércio da Casa investigasse o desastre, obtendo autoridade para distribuir
intimações a todas as testemunhas que pudessem fornecer alguma informação
relevantes ao caso. O projeto foi aprovado sem oposição, e Smith ganhou a
nomeação para a presidência de um subcomitê formado por sete senadores para
esquadrinhar a tragédia.
O aguardado relatório final da investigação deverá ser apresentado nos
últimoss dias de maio perante o Senado. Na Grã-Bretanha, o governo também
decidiu agir. Charles Bigham, o lorde Mersey of Toxteth, foi nomeado pelo lorde
Chancellor Robert para chefiar a comissão britânica de apuração do acidente,
que contará com a ajuda de cinco especialistas no campo marítimo-naval. As
audiências estão marcadas para começar no próximo dia 2 de maio, no Royal
Scottish Drill Hall, em Buckingham Gate, Westminster. Cabe então aos nobres
políticos a difícil tarefa de resgatar a verdade mergulhada nas profundezas do
Atlântico.
www.titanicemfoco.blogspot.com.br
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Feliz 289 anos, Fortaleza!
Hino de Fortaleza
letra: Gustavo Barroso
Junto à
sombra dos muros do forte
A pequena semente nasceu.
Em redor, para a glória do Norte,
A cidade sorrindo cresceu.
No esplendor da manhã cristalina,
Tens as bênções dos céus que são teus
E das ondas que o sol ilumina
As jangadas te dizem adeus.
A pequena semente nasceu.
Em redor, para a glória do Norte,
A cidade sorrindo cresceu.
No esplendor da manhã cristalina,
Tens as bênções dos céus que são teus
E das ondas que o sol ilumina
As jangadas te dizem adeus.
Fortaleza!
Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
O emplumado
e virente coqueiro
Da alva luz do luar colhe a flor
A Iracema lembrando o guerreiro,
De sua alma de virgem senhor.
Canta o mar nas areias ardentes
Dos teus bravos eternas canções:
Jangadeiros, caboclos valentes,
Dos escravos partindo os grilhões.
Da alva luz do luar colhe a flor
A Iracema lembrando o guerreiro,
De sua alma de virgem senhor.
Canta o mar nas areias ardentes
Dos teus bravos eternas canções:
Jangadeiros, caboclos valentes,
Dos escravos partindo os grilhões.
Fortaleza!
Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Ao calor do
teu sol ofuscante,
Os meninos se tornam viris,
A velhice se mostra pujante,
As mulheres formosas, gentis.
Nesta terra de luz e de vida
De estiagem por vezes hostil,
Pela Mãe de Jesus protegida,
Fortaleza és a Flor do Brasil.
Os meninos se tornam viris,
A velhice se mostra pujante,
As mulheres formosas, gentis.
Nesta terra de luz e de vida
De estiagem por vezes hostil,
Pela Mãe de Jesus protegida,
Fortaleza és a Flor do Brasil.
Fortaleza!
Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Onde quer
que teus filhos estejam,
Na pobreza ou riqueza sem par,
Com amor e saudade desejam
Ao teu seio o mais breve voltar.
Porque o verde do mar que retrata
O teu clima de eterno verão
E o luar nas areias de prata
Não se apagam no seu coração.
Na pobreza ou riqueza sem par,
Com amor e saudade desejam
Ao teu seio o mais breve voltar.
Porque o verde do mar que retrata
O teu clima de eterno verão
E o luar nas areias de prata
Não se apagam no seu coração.
Fortaleza!
Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
domingo, 12 de abril de 2015
PRÉ-MAQUIAGEM
Prepare a pele com o fluido de limpeza facial e...
com o tônico preparativo;
Aplique
o Primer facial em alguns pontos do rosto. Faça a aplicação por partes,
espalhando com movimentos firmes e repetitivos, para cima e para fora. Dê leves
batidas ao término da aplicação.
Use
o Mineral Corretivo FPS 15 no tom de sua pele. Aplique com o pincel da
embalagem em todo o rosto, a Mineral Base FPS 15, com movimentos circulares
ascendentes.
Finaliza com o Mineral pó;
Aplicar
o Hidratante Labial FPS 15 e, em seguida, use o Primer para lábios, do centro
para as extremidades dos lábios.
Apata - CE
Site: http://www.apatace.blogspot.com/
E-mail: apatace@hotmail.com
áries!
É do signo de Áries o menino que faz aniversário de 21/03 a 20/04
O beijo é…: SENSACIONAL! Isso mesmo, o beijo do menino ariano é tudo de bom mesmo. O gatinho é bem criativo e adora conduzir o ritmo. Aliás, ele também adora misturar momentos de leveza com outros mais fortes. É o jeito dele te surpreender

E como a criatividade dos arianos não tem limites, não se assuste se o fofo quiser experimentar um beijo diferente. Eles amam isso! Se ele propor um beijo na chuva, por exemplo, por que não topar, não é mesmo?!
Os signos que mais combinam com Áries na hora do beijo: Áries, Leão, Sagitário e Escorpião.
domingo, 5 de abril de 2015
BANQUETE
ABRIL
EOSTRE ERA A DEUSA DO
AMANHECER para as tribos da Escandinávia.
Seu festival especial era o equinócio da primavera,
a alvorada do reinado do sol no ano setentrional. A tradição pagã falava do
"Rei do Ano", a vítima humana que era escolhida e sacrificada quando
o inverno se transformava em primavera. O corpo, enterrado nos campos, voltava
à vida por magia, com o crescimento do trigo.
Todos podiam celebrar o milagre de seu
renascimento ao comerem o pão que se fazia com esse trigo. O festival cristão
da Páscoa absorveu essas tradições pré-Cristãs. A partir dos cálculos de Beda,
a igreja católica inglesa celebrava a Páscoa no primeiro domingo depois da
primeira lua cheia depois do equinócio da primavera. Os fiéis eram estimulados
a experimentar a Paixão de Cristo em termos quase pessoais. Havia uma tradição
de que as pessoas deviam se abster de usar pregos ou ferramentas de ferro na
Sexta-feira Santa, por causa do ferro que perfurou as mãos de Cristo no
Calvário. No dia seguinte, os fiéis iam à igreja para um sombrio ritual de
vigília no sábado, seguindo Cristo para o túmulo. Cinco grãos de incenso eram
postos numa vela, representando as cinco chagas do Salvador.
Nas celebrações do Domingo de Páscoa, a
Eucaristia assumia um significado especial, já que a Páscoa era um dos raros
dias de festa — os outros eram o Natal e Pentecostes —, em que os membros
comuns da congregação tinham permissão para consumir o pão e o vinho. Não se
tratava de uma questão de doutrina, mas de disponibilidade. Afinal, não havia
tanto vinho e pão para se distribuir todas as semanas. O festival da Páscoa era
ainda mais apreciado pelas pessoas que se defrontavam com a realidade da fome.
Hoje assistimos à fome pela televisão.
Mas quase não é uma fonte de ansiedade
pessoal para as pessoas que vivem no Ocidente desenvolvido. É outra das
distinções cruciais entre nós e o ano 1000, quando a possibilidade da fome
sempre existia e atormentava a imaginação.
"Proverei... as necessidades da
vida", prometeu Piers Plowman, na fábula medieval, mas com uma condição:
"desde que a terra não falhe".
As pessoas datavam suas vidas pelos anos em
que a terra e o tempo falhavam. As páginas da Anglo-Saxon Chronicle relacionaram
os marcos de sofrimento:
975 - Houve uma grande fome...
976 - Nesse ano ocorreu a grande fome
na raça inglesa...
986 - Nesse ano a grande pestilência
chegou à Inglaterra, primeiro entre o gado...
1005 - Nesse ano houve uma grande fome
entre toda a raça inglesa, tão intensa que ninguém podia se lembrar de outra
mais terrível antes...
1014 - Nesse ano, na Véspera de São
Miguel (28 de setembro), uma grande inundação veio do mar, que se espalhou para
o interior, como nunca acontecera antes. Muitos povoados foram cobertos pela
água e incontáveis seres humanos se afogaram...
Esses eram os anos ruins em que os homens
eram obrigados a se ajoelhar e a pôr a cabeça nas mãos de seu senhor. Nem mesmo
o infanticídio era considerado crime. Beda relata uma comovente história de pactos de
suicídio entre as vítimas de uma fome em Sussex no século VI: "Com
bastante frequência, quarenta ou cinquenta pessoas emaciadas e famintas iam
para um penhasco, ou para a beira do mar, davam-se as mãos e saltavam para
morrer, da queda ou de afogamento".
O jejum era a maneira de a igreja orientar a
fome para propósitos espirituais. A Páscoa vinha ao final dos quarenta dias de
jejum da Quaresma. Como ocorria no final do inverno, quando os celeiros ficavam
vazios, havia
sentido no fato de a
Quaresma transformar a necessidade em virtude. O jejum era um processo que
elevava as preocupações materiais para um plano superior, um meio de
purificação pessoal e a atrair Deus para o seu lado.
Talvez a opção pela carência induzisse Deus a
conceder a abundância.
acariçoba
A acariçoba é um vasodilatador periférico e é indicado para
perda de memória e dificuldade de guardar informações. Além disso, possui ação
de diurético leve. No uso externo, usa-se a planta inteira cozida para
curar sarnas e outras manchas da pele; no uso interno, usa-se apenas o
cozimento de sua raiz, para casos de afecções do baço, fígado e intestino,
diarreia, hidropisia, reumatismo e sífilis. A planta é também utilizada
para o tratamento de erisipelas, escrófulas, sífilis, morfeia e afecções tuberculosas,
além de ser indicada como auxiliar nos casos de distonia do sistema nervoso,
estresses, estafas, irritabilidade e insônia.
Como utilizar a acariçoba?
A acariçoba pode ser
utilizada nas formas de cápsula (pó da planta) e tintura (líquido). Para
remover sardas, prepare o chá utilizando 50 gramas da planta para 1 litro de água. Após o
preparo, friccione no local afetado.
Uso interno
Pó:
250 gramas,
em água ou leite, duas a três vezes ao dia.
Suco fresco: cinco folhas batidas no liquidificador com um copo de água ou leite, à noite ao deitar.
Suco fresco: cinco folhas batidas no liquidificador com um copo de água ou leite, à noite ao deitar.
Uso externo
Decocção: 150 g
do pó para quatro litros de água. Fazer banhos. É útil como cicatrizante.
Óleo medicado: Aplicação local duas a três vezes ao dia.
Óleo medicado: Aplicação local duas a três vezes ao dia.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Este mês...
...homenageia Afrodite, a deusa do amor.
Acredita-se que os amores nascidos neste mês duram para sempre. Os guardiões deste
mês são os elfos, que adoram dançar ao som de músicas alegres com flauta. Ouça
esse tipo de música antiga e medieval e deixe um pedaço de bolo de chocolate ou
mel com um copo de leite em um canto. Os elfos lhe trarão não só boa sorte e
alegria como também sonhos proféticos.
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