sexta-feira, 17 de junho de 2016

celebração do Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca


De acordo com as tendências atuais, e se não tomarmos nenhuma atitude a respeito, em 2020, cerca de 60 milhões de pessoas terão partido das zonas da África subsaariana para o norte da África e para a Europa. Em termos mundiais, 135 milhões de indivíduos correm o risco de ter de se deslocar de sua zona de origem para outra em melhores condições.

A proteção e a regeneração das zonas áridas permitem diversos avanços: a segurança alimentar é reforçada; possibilita uma luta efetiva contra as alterações climáticas; além de ajudar as pessoas que vivem nessas zonas a tomar o seu futuro nas mãos. Com isso, aceleramos os progressos no sentido de cumprir os objetivos de desenvolvimento mundial. Neste Dia, reafirmemos a nossa determinação de combater a desertificação e a degradação dos solos e de atenuar os efeitos da seca e reconheçamos que cuidar dos nossos solos significa cuidar de toda a vida na Terra.

sábado, 11 de junho de 2016

Felicidade pra nós


A LEI E AS FRUTAS



   No deserto, as frutas eram raras. Deus chamou um de seus profetas e disse:
- Cada pessoa só pode comer uma fruta por dia.
            O costume foi obedecido por gerações e a ecologia do local foi preservada. Como as frutas restantes davam sementes, outras árvores surgiram. Em pouco tempo, toda aquela região transformou-se num solo fértil, invejado pelas outras cidades.
            O povo, porém, continuava comendo uma fruta por dia - fiel à recomendação que um antigo profeta tinha passado aos seus ancestrais. Além do mais, não deixava que os habitantes das outras aldeias se aproveitassem da farta colheita que acontecia todos os anos.
            O resultado era um só: as frutas apodreciam no chão.
            Deus chamou um novo profeta e disse:
- Deixe que comam as frutas que queiram e peça que dividam a fartura com os vizinhos.
            O profeta chegou na cidade com a nova mensagem, mas terminou sendo apedrejado - já que o costume estava arraigado no coração e na mente de cada um dos habitantes.
            Com o tempo, os jovens da aldeia começaram a questionar aquele costume. Mas, como a tradição era intocável, eles resolveram se afastar da religião. Assim, podiam comer quantas frutas queriam, e dar o restante para os que necessitavam.
            Na igreja local, só ficaram os que se achavam santos. Mas, na verdade, eram pessoas incapazes de enxergar que o mundo se transforma, e que devemos nos transformar com ele.
Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do texto "A lei e as frutas", do livro "Histórias para pais, filhos e netos", de Paulo Coelho - ed. Globo.

Fábio Jr. - Quando Gira o Mundo (Que no Se Acabe El Mundo)

Fortuna



Fortuna era a deusa romana do acaso, da sorte (boa ou má), do destino e da esperança. Corresponde a divindade grega Tique. Era representada portando uma cornucópia e um timão, que simbolizavam a distribuição de bens e a coordenação da vida dos homens, e geralmente estava cega ou com a vista tapada (como a moderna imagem da justiça), pois distribuía seus desígnios aleatoriamente.
Fortuna era considerada filha de Júpiter. Roma dedicava a ela o dia 11 de junho, e no dia 24 do mesmo mês realizava-se um festival em sua homenagem, o Fors Fortuna. Seu culto foi introduzido por Sérvio Túlio, e Fortuna possuía um templo, nos tempos de Roma Republicana, próximo ao Capitólio chamado de Templo de Fortuna viril.
A partir do fim do século XV, a iconografia da Fortuna apresenta uma extraordinária quantidade de variantes com as quais gravuristas e pintores buscavam destacar os mais diversos comportamentos da deusa. O estudioso Giordano Berti apresenta a seguinte tipologia:
·                    Fortuna com esfera: deriva da deusa Tique; uma jovem nua em pé sobre uma esfera e segurando uma vela de barco nas mãos.
·                    Fortuna marinha: deriva da iconografia de Ísis pelagĭcă e da Vênus marinha; a sua imagem é a de uma jovem nua que se move sobre as águas empunhando uma vela ou um timão; às vezes, sob os pés, há um golfinho ou uma concha.
·                    Fortuna com tufo de cabelos: deriva do Kairos grego e da Occasio latina, a divindade do momento oportuno; é uma jovem com asas nos pés que corre velozmente, tendo na parte frontal do crânio uma longa mecha de cabelos.
·                    Fortuna com Cornucópia: reúne a deusa romana Ops e o corno da cabra Amalteia; sua imagem é a de uma jovem, geralmente vendada, que distribui riquezas, deixando-as cair de dentro de um grande corno.
Todos os caminhos levam a Deus. Todas as formas de oração são sempre bem vindas. Todas as divindades, de qualquer religião, são capazes de realizar grandes milagres em nossas vidas quando pedimos com fé e acreditamos em sua força e energia.



Lakshmi, Deusa da Fortuna e Abundância, 
Das riquezas de Deus no alto, 
Teus tesouros vindos do Sol 
Derrame sobre nós! 
Coração com a Luz sintonizado, 
Poder para do céu trazer 
Riqueza que o plano expande para todos os homens 
Dos Mestres Ascensionados! 
Afina nossa consciência com a tua!
Amplia nossa visão e faz-nos ver 
Que a riqueza é para todos os de Fé 
Que chamam Deus e pedem para o chamado descer. 
Que desça nós, mandamos, 
Farto MANÁ da mão de Deus com igualdade 
Para que aqui como no alto, 
Expressando Amor a Deus, 
Recebamos Saúde, Força, Abundância e Prosperidade! 
Assim seja e assim é!


Ritual de prosperidade
Separe onze moedas, unte cada uma com óleos aromáticos e deposite-as em um saquinho. Medite então à Deusa Fortuna pedindo prosperidade material e espiritual. Leve o saquinho com você durante todo o dia. Ao amanhecer dê estas moedas a alguém necessitado.

domingo, 5 de junho de 2016

Dicas de adaptação




  Uma vez por semana, alguém me escreve perguntando o que fazer ("peloamordedeus!") para facilitar o entrosamento entre bigodes veteranos e novato. Resolvi publicar as dicas aqui no blog, assim vocês podem palpitar também. Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer que nenhum bicho morre de amores por outro instantaneamente.

   Isso significa que a adaptação leva um tempo e não adianta querer pular etapas. O novo hóspede deve ficar em um cômodo separado, até se acostumar com a casa e com a família humana. Quando a ansiedade baixar, coloquem um paninho com o cheiro dos futuros amigos para ele sentir e dêem à turma algo com o cheiro dele também. 

   Num segundo momento, deixem que os peludos se vejam pela janela ou por uma frestinha da porta. Enquanto eles demonstrarem resistência, não vale a pena misturar. A troca de fuzzzzzzzz no primeiro contato é normal e integra o pacote. Para conter possíveis arranca-rabos, tenham a mão um borrifador de água ou uma latinha com moedas barulhentas. 

   Se a presença do "intruso" estiver associada a coisas boas, as chances de sucesso da empreitada aumentam. Distribuam guloseimas, brinquedos e carinhos sempre que rolar o cara-a-cara. Para encerrar o post, eis a lista dos erros cometidos com frequência:

* Deixar o novato solto e os veteranos presos – além de terem de dividir as atenções e a comida com uma boca a mais, os coitados ainda perdem território? 
* Fazer diferenciações que provoquem ciúme em um dos lados – vocês também descontariam a frustração no privilegiado, não descontariam?
* Desistir da adoção antes do período considerado mínimo para a adaptação – como escrevi no começo do texto, amor à primeira vista só existe no cinema.
blog.gatoca.com.br

5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

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Desde 1972 celebra-se no dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data tem crescido e se tornado uma importante plataforma pública, celebrada amplamente por partes interessadas em mais de 100 países.
O Dia Mundial do Meio Ambiente é uma chance para fazer as pessoas perceberem que são responsáveis pelo planeta Terra e que podem se tornar agentes de mudança.
No Livro dos Espíritos, capítulo V – Lei de Conservação, pergunta 705: “Por que a terra nem sempre produz bastante para fornecer o necessário ao homem?
Resposta: É que o homem a negligencia, o ingrato, e no entanto ela é uma excelente mãe. Freqüentemente ele ainda acusa a Natureza pelas conseqüências da sua imperícia ou da sua imprevidência. A terra produziria sempre o necessário, se o homem soubesse contentar-se. Se ela não supre a todas as necessidades é porque o homem emprega no supérfluo o que se destina ao necessário.